UM BIZARRO MAS VERDADEIRO ACONTECIMENTO.
oi galerinha,desculpa a falta de portugues a seguir mas eu estou com preguçç pra digita crto.
eu estava assistindo um filme agora pouco,e me dei conta de quão esses acontecimentos podem ser reais e até normais.
Esses dias atras um homem morreu de cancer.
um mez antes disso acontecer, um meniniho de cerca de 5 anos, previu o acontecimento.
explicando melhor,o menino já era considerado medium,pois todos os dias antes de dormir, sentado em sua cama ele conversava com sua falecida avó.Em uma de suas conversas a avó falou para o menino(muito amigo da familia do falecido)que ele(o falecido) iria apagar feito uma velinha.
a mae do menino cada vez mais assustada ignorou o dom do menino, as vezes até o colocando de castigo como se ele brincasse com ela.
apesar disso ela aprendeu a superar seu medo e a ouvir seu filho em suas conversas diarias.
passando um mes mais ou menos, o homen,pai de 3 filhos, morreu de cancer no figado.cada ógão foi parando de vagar,COMO UMA VELHINHA,FOI SE APAGANDO POUCO A POUCO.
essa história é real,acreditem se quiser.
eu sou uma menina de 14 anos q só escreve no que acrediTA,E EU ACREDITO NO SOBRENATURAL.
"Penso logo existo"
Ñ sei bm o q dizer,e ultimamente nm o q fazer.Crio o blog na esperança d me entreter,ou apenas p/ contar-lhes o meu ponto d vista. Tem um mundo td a ser explorado,e qm ja começou sua viajem não tem como já ñ tr algo p/ contar. Sigo os dias p/ poder sr seguido no futuro. Crio meus próprios ideais. S vc discordar da minha opinião, simplesmente mande a sua, ñ tenha medo d falar o q pensa, pois su ideal muda sua vida. bj
Se você acredita em algo,você existe!perder seu raciocinio acaba com você.
Uma mordidinha pra você me entender!eu acredito,e você?
domingo, 30 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
o pentagrama
PENTAGRAMA.
PENTAGRAMA.

Pentáculo (um pentagrama inscrito num círculo), é um símbolo há muito tempo associado àMagia e ao Ocultismo, ocupando papel de destaque na Wicca, ou Bruxaria Moderna. Há quem diga que o pentagrama vem do grego pentagrammonque significa “cinco linhas”. Enquanto pentáculo vem depentaculum que se refere a um amuleto pendente, não necessariamente um pentagrama.
Podemos encontrar pentáculos (uma estrela de cinco pontas rodeada por um círculo) na decoração de objetos da Suméria, cerca de 2700 a.C., e também na escrita hieroglífica do Antigo Egito. O pentagrama figura fortemente também nacabala hebráica.
A Bruxaria o utiliza de forma marcante. A Wicca possui uma forte influência de elementos da Religião Celta, mas curiosamente o Pentagrama - praticamente o "crachá" que identifica o Wiccano - não é originalmente um símbolo celta. Na verdade, o Pentagrama já vinha sendo utilizado como símbolo de poder mágico por muitas outras tradições anteriores à Wicca.
Encontramos o Pentagrama na Magia Cerimonial, em Thelema e muitas outras. Ocultistas como Eliphas Lévi e Papus desenvolveram o tema do pentagrama e seu uso mágico em suas obras. De modo bastante interessante, algumas igrejas templárias em Portugal possuem vitrais na forma de pentagramas.

Essa ordem de monges guerreiros, tão importante na história do ocidente, ficou famosa por suas inúmeras associações com o ocultismo, a ponto de serem vitimados pela Inquisição. A presença do pentagrama em suas construções parece confirmar seu aspecto herético e ocultista. Os Templários receberam seu nome justamente por se instalarem nas ruínas do Templo de Salomão durante o período em que permaneceram em Jerusalém.

Os significados do pentagrama são muitos, dependendo da tradição:

Algumas tradições diferenciam o pentagrama com a ponta solitária voltada para cima como sendo positivo, enquanto que a com a ponta para baixo é vista como negativa. Outras tradições não fazem essa diferenciação, aceitando o seu uso de qualquer dos modos.
No Tarot, o naipe Ouros é conhecido em inglês como "pentacles" (pentáculos) uma clara alusão a sua associação ao Elemento Terra.
Neste caso, o pentagrama simboliza todos os atributos do Elemento Terra, ou seja, a riqueza, o mundo material, o corpo físico. Como vimos acima, o Pentáculo com a ponta para cima pode ser facilmente identificado com o corpo humano.

Esta leitura simbólica torna fácil a associação do pentagrama com Leonardo da Vinci que, ao propor seu estudo das proporções humanas, o faz inserindo um homem dentro de uma figura circular, criando assim o homem perfeito.
Também na radiestesia vemos a utilização do pentagrama. Entre os radiestesistas, ele é utilizado como gráfico de proteção e limpeza.
Assim, podemos perceber que o pentagrama é um poderoso símbolo, associado desde as mais remotas eras à magia e ao ocultismo. Apesar de não ser um símbolo Celta, foi amplamente adotado pela Wicca, desde o seu surgimento, na década de 1950, e hoje identifica muitos dos seguidores dessa corrente neo-pagã.

SAIBA MAIS:
TONTETRAGRAMMA
PENTAGRAMA
O Pentagrama é um símbolo ocultista, sendo seu conhecimento e uso, velado aos seres humanos comuns, ele é composto de símbolos, que juntos irão formar um novo símbolo, chamado pentagrama, nome ocidentalizado.
Seu uso, remonta eras, sabemos de sua utilização em épocas do reino da Atlântida.
Para melhor expor tal assunto, é prioras, que saibamos dês de já, que estamos lidando com Magia Pura, sendo sua utilização positiva ou negativa.
Na magia Branca ou Positiva, as invocações só podem ser realizadas por iniciado, ou mago Branco, pois tais invocações, trabalham diretamente com determinados Devas da Luz, sendo necessário, estar em no mínimo na quarta iniciação.
Na magia demoníaca ou negativa, as invocações só podem ser realizadas por mago demoníaco ou seres que se encontrem em sintonia vibracional negativa e que tenham algum grau de mediunidade latente.
Tentaremos expor de forma simples e objetiva as linhas que se seguem e aos rituais do pentagrama positivo e do pentagrama negativo. Não adentraremos no conteúdo e significado de cada símbolo integrado ao pentagrama, por uma questão de obscuridade segura, ocultismo, mas, poderemos adentrar em algum símbolo, em nossas explicações.

Note na imagem do pentagrama acima, que sua base é uma estrela de cinco pontas, tendo a ponta de cima, sua representatividade como o ser humano, a ponta da direita, girando no sentido horário, temos o reino Elemental da Água, marca vermelha, na ponta subseqüente e em baixo, temos o reino Elemental da Terra, seguindo em sentido horário, temos a representatividade do reino do Elemental do Fogo e em seguida o reino Elemental do Ar.
Note que nossa imagem do pentagrama é baseada na positividade, ou seja, para utilização de rituais de magia Branca.
Note na imagem do pentagrama acima, que temos um circulo a sua volta, este circulo, tem sua representatividade como defesa, proteção, quando sem o circulo em volta, sua representatividade passa a ser o ataque.
Portanto, o pentagrama da magia Branca, virá sempre com o circulo em volta, destacando a natureza da magia como defesa ou proteção, em raros casos, o mago Branco poderá retirar o circulo em algum ritual, para contra-atacar algum mal existente. Na magia demoníaca teremos a apresentação do pentagrama, sempre sem o circulo, pois sua utilização é baseada no ataque.

Tanto o ataque na magia demoníaca, como, a defesa na magia Branca, se operam nos corpos inferiores, mental e emocional, deixando de fora o corpo espiritual e físico, mas é evidente, que quando o mental e o emocional sofrem ataques, isto reflete no todo, causando distúrbios de ordem espiritual e física.

Na magia demoníaca é possível utilizar-se do pentagrama, para isso, o primeiro passo, é inverter sua imagem positiva, é mais ou menos, o que fez o nazismo na Alemanha com a Cruz da Suástica.
Para rituais de magia demoníaca, com o intuito meramente de ilustração, apresentaremos outro pentagrama, de forma invertida, neste caso de cabeça para baixo, com alguns dos símbolos apresentados nesta nova imagem dispostos de maneira incorreta, para impedir seu uso ou aproveitamento total, note que sua imagem não esta circundada pelo circulo.

O pentagrama simboliza o domínio do Espírito Humano sobre os elementos da natureza. Em rituais do pentagrama, utilizamos seres elementais, que são formas de vida diferentes da nossa, são seres formados por energias puras, portanto, é possível, energizar o pentagrama com estas formas de vida, para proteção ou defesa em magia Branca ou ataque em magia demoníaca. Através do pentagrama é possível comandar as criaturas elementais que povoam as regiões do fogo, do ar, da água e da terra, para os fins especificados.
No trabalho da magia Branca, os elementais são formados energeticamente para o fim de defesa ou proteção, dissolvendo-se suas energias quando do dissolvimento do pentagrama. Na magia demoníaca, o pentagrama simboliza o ser humano sendo dominado pelos elementos da natureza, para isso, utiliza-se em seus rituais, o chamamento de seres elementais negativos já existentes, vindos organizadamente em formas de falanges. É possível encontrar seres espirituais desencarnados servindo nestas falanges, depois do trabalho realizado, estarão prontos para continuidade em outros.
Note, o pentagrama da magia Branca é carregado de energias elementais para defesa e proteção, é igual ao principio da formação de um Dim, ou como é mais conhecido no ocidente, gênio. Já no pentagrama da magia demoníaca não ocorre o mesmo fato.
O símbolo positivo do pentagrama, assim como sua energia protetora é bem conhecida das falanges elementais, que evitam ou fogem aterrorizadas, quando se deparam com locais protegidos por este símbolo, pois, seus elementais positivos protetores possuem o poder de neutralizar, congelar e até mesmo dissolver as energias elementais negativas, podendo também segurar e enviar para o tubo de Luz, seres espirituais desencarnados, por sua vontade ou não. É permitida a entrada no local protegido por espíritos desencarnados de índole pacifica e boa, que necessitem de ajuda para encaminhamento.
Nos locais protegidos por este símbolo do pentagrama, é comum os encontrarmos colocados na parte de cima de portas e janelas, colocados ou colados na parte interna, isto é, dentro do local. Na porta principal de acesso, se quisermos expor seu poder de forma mais explicita, poderemos, colocar a imagem energizada do pentagrama na parte superior externa da porta. Poderemos também encontrar pentagramas de proteção ou defesa individuais, isto é, colocados dentro de objetos pessoais, como carteiras ou bolsas. Em casos, de locais, de pessoas que não compreendam a existência ou significado de tal símbolo, poderá o pentagrama ser coberto por uma imagem branca, impedindo sua visão ao olho humano físico. É possível encontrarmos a imagem símbolo do pentagrama em tamanhos diferentes. Seu tamanho não influi no trabalho a ser desenvolvido. É possível até mesmo usar plastificado, para maior durabilidade do pentagrama energizado. É possível também a confecção de medalhões, anéis, desenhos ou pinturas em vidros ou quadros do pentagrama, mas, só terá sua utilidade comprovada, se passar por um ritual realizado por um iniciado da quarta iniciação ou mais, que terá o poder de contatar os Quatro Devas Elementais do pentagrama.
O pentagrama positivo representa o ser humano homem completo. O mestre. Com o pentagrama invertido, ele representa o ser humano homem dominado, ou iniciado caído, serviçal das energias negativas.
Nossa intenção é a de esclarecimento, e não de ensinar os rituais de magia do pentagrama, por isso, omitiremos parte destes rituais. Aos irmãos iniciados, no caminho da senda da Luz, é aconselhável tempo, pois todo o conhecimento está guardado dentro de nós.
O mago Branco, no dias que antecedem o ritual de energização do ou dos pentagramas, é fiel depositário da energia sexual, através do celibato. Antecedendo ao ritual, teremos 24 horas de jejum total. Alimentos e água. No dia do ritual, utiliza-se o mago de um objeto pessoal extremamente energizado, um Dim pessoal, construído na forma de energia elemental, para melhor expor esta visão, é como uma vara de condão.

Com seu Dim, o mago branco traça um circulo imaginário no solo, em sentido horário, definindo as cinco pontas da estrela. Já deverão estar dispostos lado a lado, os pentagramas a serem energizados dentro deste circulo. A cada ponta é recitado um chamado, um mantra ou decreto. O primeiro, na ponta de cima, é um chamado determinante, como representante legitimo das legiões da Luz, o segundo chamado é ao Deva da Água, o terceiro chamado ao Deva da Terra, o quarto chamado ao Deva do Fogo e o quinto chamado ao Deva do Ar.
O ritual deve ser dirigido aos quatro Devas do pentagrama, que são de responsabilidade atualmente de Anjos.
Nota: Deva é nome dado aos seres de Luz, encarregados de comandar estas divisões elementais. Existem quatro Devas Superiores, cargos ocupados por Anjos Arcanjos. Em cada divisão elemental, existem vários sub-Devas, que podem ser anjos ou seres elementais a ocupar estes cargos. Existem Devas específicos ligados ao ritual do pentagrama.
Depois do ritual realizado, com os pentagramas energizados, o circulo mágico é desfeito, de forma contrária a que foi construído, isto é, é desfeito com recitação de mantras de agradecimentos em sentido anti-horário em cada ponto da estrela.
O acompanhamento de seres elementais a um pentagrama energizado em ritual de magia Branca, terá a sua durabilidade, ou melhor, a sua existência, até a decomposição ou destruição do símbolo representativo.

Neste Ritual, as diferenças são bem claras.
O circulo é traçado pelo mago demoníaco, este se utiliza, de um Dim pessoal, e de forma contrária traça o circulo imaginário, isto é, em sentido anti-horário.
Em cada ponta da estrela invertida, é realizado um chamamento com auxilio de mantras específicos.
Este ritual é realizado através do chamamento de demônios de abramelin, responsáveis pelos trabalhos de ataques referentes ao pentagrama invertido.
A ponta da estrela, no meio, a sua direita, marcada com uma bolinha preta, na imagem acima, do pentagrama invertido, localiza-se agora o elemento Ar, de forma contrária ao pentagrama positivo, é chamado um demônio dirigente responsável de nome leviatan, seguindo em sentido anti-horário, na primeira ponta de cima, a direita, temos o elemento Fogo, demônio dirigente responsável de nome satanás, seguindo em sentido anti-horário, ainda na parte de cima, na ponta a sua esquerda, temos o elemento Terra, tendo como demônio dirigente responsável de nome lúcifer, depois, ao lado, a sua esquerda, temos o elemento Água, tendo como demônio dirigente responsável belial, e por ultimo, a ponta de baixo da estrela, correspondente ao ser ao qual se dirige o ataque.
Este ritual, quando realizado por seres despreparados, podem e acontece, de sofrerem ataques destas falanges de elementais, pelo motivo de, este ritual ser conduzido de forma inadequada.
Diferentemente do ritual positivo, onde energizamos inúmeros símbolos de pentagrama ao mesmo tempo, no ritual negativo, é energizado apenas um pentagrama invertido, um para cada ataque.
Este pentagrama, poderá passar de tempos em tempos, por novos rituais de energização, sendo que, depois do ritual, ele é guardado em local seguro até a conclusão de seu trabalho, após, ele é destruído pelo seu construtor, mago demoníaco.
Este ritual do pentagrama invertido, não tem outra finalidade a não ser a de ataque a um ser humano encarnado.
O final do ritual, se da através do rompimento do circulo. Poderemos também encontrar em rituais negativos, oferendas, com o sentido de pagamento ao serviço solicitado.
Encerramento:
Sem apontar os símbolos que fazem parte do pentagrama positivo, temos os símbolos, masculino e feminino, o símbolo da personalidade, o símbolo das quatro iniciações, símbolo inserido como exigência no pentagrama positivo, o símbolo da natureza elemental, o símbolo da sabedoria, o símbolo do controle da energia sexual, os símbolos dos corpos inferiores, e outros.
É de vital importância, que todo o estudante ou iniciado da Luz, que se encontre no caminho da ascensão, compreendam, que não é necessário um ritual de ataque através de um pentagrama invertido para atingir seu corpo inferior, visto que, por já ser um iniciado da Luz, por si só, já sofre diariamente ataques de falanges, que procuram desestruturar a sua Base, a sua Fé, a sua perseverança no caminho da Luz.
Portanto é, possível, necessário, e até mesmo aconselhável, a construção de proteção extra, além das já existentes, como seu anjo da guarda.
Encontramo-nos a disposição para melhores esclarecimentos de vosso pentagrama.
Por vosso irmão de senda, ãcãrya.
Significado do Pentagrama (petáculo).

Pentáculo (um pentagrama inscrito num círculo), é um símbolo há muito tempo associado àMagia e ao Ocultismo, ocupando papel de destaque na Wicca, ou Bruxaria Moderna. Há quem diga que o pentagrama vem do grego pentagrammonque significa “cinco linhas”. Enquanto pentáculo vem depentaculum que se refere a um amuleto pendente, não necessariamente um pentagrama.
Podemos encontrar pentáculos (uma estrela de cinco pontas rodeada por um círculo) na decoração de objetos da Suméria, cerca de 2700 a.C., e também na escrita hieroglífica do Antigo Egito. O pentagrama figura fortemente também nacabala hebráica.
A Bruxaria o utiliza de forma marcante. A Wicca possui uma forte influência de elementos da Religião Celta, mas curiosamente o Pentagrama - praticamente o "crachá" que identifica o Wiccano - não é originalmente um símbolo celta. Na verdade, o Pentagrama já vinha sendo utilizado como símbolo de poder mágico por muitas outras tradições anteriores à Wicca.
Encontramos o Pentagrama na Magia Cerimonial, em Thelema e muitas outras. Ocultistas como Eliphas Lévi e Papus desenvolveram o tema do pentagrama e seu uso mágico em suas obras. De modo bastante interessante, algumas igrejas templárias em Portugal possuem vitrais na forma de pentagramas.

Essa ordem de monges guerreiros, tão importante na história do ocidente, ficou famosa por suas inúmeras associações com o ocultismo, a ponto de serem vitimados pela Inquisição. A presença do pentagrama em suas construções parece confirmar seu aspecto herético e ocultista. Os Templários receberam seu nome justamente por se instalarem nas ruínas do Templo de Salomão durante o período em que permaneceram em Jerusalém.

Os significados do pentagrama são muitos, dependendo da tradição:
- Pode simbolizar a união dos Quatro Elementos (Terra, Água, Fogo eAr) ao Quinto Elemento, a Quintessência, ou Princípio Vital;
- Simbolizaria também o ser humano, com os dois pés as pontas inferiores) plantados no solo, os braços abertos em louvor (as pontas intermediárias) e a cabeça voltada ao céu (a ponta superior).
- É utilizado como símbolo iniciático em algumas tradições Wiccanas (como a Gardneriana, porexemplo).

Algumas tradições diferenciam o pentagrama com a ponta solitária voltada para cima como sendo positivo, enquanto que a com a ponta para baixo é vista como negativa. Outras tradições não fazem essa diferenciação, aceitando o seu uso de qualquer dos modos.
No Tarot, o naipe Ouros é conhecido em inglês como "pentacles" (pentáculos) uma clara alusão a sua associação ao Elemento Terra.
Neste caso, o pentagrama simboliza todos os atributos do Elemento Terra, ou seja, a riqueza, o mundo material, o corpo físico. Como vimos acima, o Pentáculo com a ponta para cima pode ser facilmente identificado com o corpo humano.

Esta leitura simbólica torna fácil a associação do pentagrama com Leonardo da Vinci que, ao propor seu estudo das proporções humanas, o faz inserindo um homem dentro de uma figura circular, criando assim o homem perfeito.
Também na radiestesia vemos a utilização do pentagrama. Entre os radiestesistas, ele é utilizado como gráfico de proteção e limpeza.
Assim, podemos perceber que o pentagrama é um poderoso símbolo, associado desde as mais remotas eras à magia e ao ocultismo. Apesar de não ser um símbolo Celta, foi amplamente adotado pela Wicca, desde o seu surgimento, na década de 1950, e hoje identifica muitos dos seguidores dessa corrente neo-pagã.

SAIBA MAIS:
TONTETRAGRAMMA
PENTAGRAMA
O Pentagrama é um símbolo ocultista, sendo seu conhecimento e uso, velado aos seres humanos comuns, ele é composto de símbolos, que juntos irão formar um novo símbolo, chamado pentagrama, nome ocidentalizado.
Seu uso, remonta eras, sabemos de sua utilização em épocas do reino da Atlântida.
Para melhor expor tal assunto, é prioras, que saibamos dês de já, que estamos lidando com Magia Pura, sendo sua utilização positiva ou negativa.
Na magia Branca ou Positiva, as invocações só podem ser realizadas por iniciado, ou mago Branco, pois tais invocações, trabalham diretamente com determinados Devas da Luz, sendo necessário, estar em no mínimo na quarta iniciação.
Na magia demoníaca ou negativa, as invocações só podem ser realizadas por mago demoníaco ou seres que se encontrem em sintonia vibracional negativa e que tenham algum grau de mediunidade latente.
Tentaremos expor de forma simples e objetiva as linhas que se seguem e aos rituais do pentagrama positivo e do pentagrama negativo. Não adentraremos no conteúdo e significado de cada símbolo integrado ao pentagrama, por uma questão de obscuridade segura, ocultismo, mas, poderemos adentrar em algum símbolo, em nossas explicações.

Note na imagem do pentagrama acima, que sua base é uma estrela de cinco pontas, tendo a ponta de cima, sua representatividade como o ser humano, a ponta da direita, girando no sentido horário, temos o reino Elemental da Água, marca vermelha, na ponta subseqüente e em baixo, temos o reino Elemental da Terra, seguindo em sentido horário, temos a representatividade do reino do Elemental do Fogo e em seguida o reino Elemental do Ar.
Note que nossa imagem do pentagrama é baseada na positividade, ou seja, para utilização de rituais de magia Branca.
Note na imagem do pentagrama acima, que temos um circulo a sua volta, este circulo, tem sua representatividade como defesa, proteção, quando sem o circulo em volta, sua representatividade passa a ser o ataque.
Portanto, o pentagrama da magia Branca, virá sempre com o circulo em volta, destacando a natureza da magia como defesa ou proteção, em raros casos, o mago Branco poderá retirar o circulo em algum ritual, para contra-atacar algum mal existente. Na magia demoníaca teremos a apresentação do pentagrama, sempre sem o circulo, pois sua utilização é baseada no ataque.

Tanto o ataque na magia demoníaca, como, a defesa na magia Branca, se operam nos corpos inferiores, mental e emocional, deixando de fora o corpo espiritual e físico, mas é evidente, que quando o mental e o emocional sofrem ataques, isto reflete no todo, causando distúrbios de ordem espiritual e física.

Na magia demoníaca é possível utilizar-se do pentagrama, para isso, o primeiro passo, é inverter sua imagem positiva, é mais ou menos, o que fez o nazismo na Alemanha com a Cruz da Suástica.
Para rituais de magia demoníaca, com o intuito meramente de ilustração, apresentaremos outro pentagrama, de forma invertida, neste caso de cabeça para baixo, com alguns dos símbolos apresentados nesta nova imagem dispostos de maneira incorreta, para impedir seu uso ou aproveitamento total, note que sua imagem não esta circundada pelo circulo.

O pentagrama simboliza o domínio do Espírito Humano sobre os elementos da natureza. Em rituais do pentagrama, utilizamos seres elementais, que são formas de vida diferentes da nossa, são seres formados por energias puras, portanto, é possível, energizar o pentagrama com estas formas de vida, para proteção ou defesa em magia Branca ou ataque em magia demoníaca. Através do pentagrama é possível comandar as criaturas elementais que povoam as regiões do fogo, do ar, da água e da terra, para os fins especificados.
No trabalho da magia Branca, os elementais são formados energeticamente para o fim de defesa ou proteção, dissolvendo-se suas energias quando do dissolvimento do pentagrama. Na magia demoníaca, o pentagrama simboliza o ser humano sendo dominado pelos elementos da natureza, para isso, utiliza-se em seus rituais, o chamamento de seres elementais negativos já existentes, vindos organizadamente em formas de falanges. É possível encontrar seres espirituais desencarnados servindo nestas falanges, depois do trabalho realizado, estarão prontos para continuidade em outros.
Note, o pentagrama da magia Branca é carregado de energias elementais para defesa e proteção, é igual ao principio da formação de um Dim, ou como é mais conhecido no ocidente, gênio. Já no pentagrama da magia demoníaca não ocorre o mesmo fato.
O símbolo positivo do pentagrama, assim como sua energia protetora é bem conhecida das falanges elementais, que evitam ou fogem aterrorizadas, quando se deparam com locais protegidos por este símbolo, pois, seus elementais positivos protetores possuem o poder de neutralizar, congelar e até mesmo dissolver as energias elementais negativas, podendo também segurar e enviar para o tubo de Luz, seres espirituais desencarnados, por sua vontade ou não. É permitida a entrada no local protegido por espíritos desencarnados de índole pacifica e boa, que necessitem de ajuda para encaminhamento.
Nos locais protegidos por este símbolo do pentagrama, é comum os encontrarmos colocados na parte de cima de portas e janelas, colocados ou colados na parte interna, isto é, dentro do local. Na porta principal de acesso, se quisermos expor seu poder de forma mais explicita, poderemos, colocar a imagem energizada do pentagrama na parte superior externa da porta. Poderemos também encontrar pentagramas de proteção ou defesa individuais, isto é, colocados dentro de objetos pessoais, como carteiras ou bolsas. Em casos, de locais, de pessoas que não compreendam a existência ou significado de tal símbolo, poderá o pentagrama ser coberto por uma imagem branca, impedindo sua visão ao olho humano físico. É possível encontrarmos a imagem símbolo do pentagrama em tamanhos diferentes. Seu tamanho não influi no trabalho a ser desenvolvido. É possível até mesmo usar plastificado, para maior durabilidade do pentagrama energizado. É possível também a confecção de medalhões, anéis, desenhos ou pinturas em vidros ou quadros do pentagrama, mas, só terá sua utilidade comprovada, se passar por um ritual realizado por um iniciado da quarta iniciação ou mais, que terá o poder de contatar os Quatro Devas Elementais do pentagrama.
O pentagrama positivo representa o ser humano homem completo. O mestre. Com o pentagrama invertido, ele representa o ser humano homem dominado, ou iniciado caído, serviçal das energias negativas.
Nossa intenção é a de esclarecimento, e não de ensinar os rituais de magia do pentagrama, por isso, omitiremos parte destes rituais. Aos irmãos iniciados, no caminho da senda da Luz, é aconselhável tempo, pois todo o conhecimento está guardado dentro de nós.
O Ritual do Pentagrama na Magia Branca
O mago Branco, no dias que antecedem o ritual de energização do ou dos pentagramas, é fiel depositário da energia sexual, através do celibato. Antecedendo ao ritual, teremos 24 horas de jejum total. Alimentos e água. No dia do ritual, utiliza-se o mago de um objeto pessoal extremamente energizado, um Dim pessoal, construído na forma de energia elemental, para melhor expor esta visão, é como uma vara de condão.

Com seu Dim, o mago branco traça um circulo imaginário no solo, em sentido horário, definindo as cinco pontas da estrela. Já deverão estar dispostos lado a lado, os pentagramas a serem energizados dentro deste circulo. A cada ponta é recitado um chamado, um mantra ou decreto. O primeiro, na ponta de cima, é um chamado determinante, como representante legitimo das legiões da Luz, o segundo chamado é ao Deva da Água, o terceiro chamado ao Deva da Terra, o quarto chamado ao Deva do Fogo e o quinto chamado ao Deva do Ar.
O ritual deve ser dirigido aos quatro Devas do pentagrama, que são de responsabilidade atualmente de Anjos.
Nota: Deva é nome dado aos seres de Luz, encarregados de comandar estas divisões elementais. Existem quatro Devas Superiores, cargos ocupados por Anjos Arcanjos. Em cada divisão elemental, existem vários sub-Devas, que podem ser anjos ou seres elementais a ocupar estes cargos. Existem Devas específicos ligados ao ritual do pentagrama.
Depois do ritual realizado, com os pentagramas energizados, o circulo mágico é desfeito, de forma contrária a que foi construído, isto é, é desfeito com recitação de mantras de agradecimentos em sentido anti-horário em cada ponto da estrela.
O acompanhamento de seres elementais a um pentagrama energizado em ritual de magia Branca, terá a sua durabilidade, ou melhor, a sua existência, até a decomposição ou destruição do símbolo representativo.
O Ritual do Pentagrama na Magia Demoníaca

Neste Ritual, as diferenças são bem claras.
O circulo é traçado pelo mago demoníaco, este se utiliza, de um Dim pessoal, e de forma contrária traça o circulo imaginário, isto é, em sentido anti-horário.
Em cada ponta da estrela invertida, é realizado um chamamento com auxilio de mantras específicos.
Este ritual é realizado através do chamamento de demônios de abramelin, responsáveis pelos trabalhos de ataques referentes ao pentagrama invertido.
A ponta da estrela, no meio, a sua direita, marcada com uma bolinha preta, na imagem acima, do pentagrama invertido, localiza-se agora o elemento Ar, de forma contrária ao pentagrama positivo, é chamado um demônio dirigente responsável de nome leviatan, seguindo em sentido anti-horário, na primeira ponta de cima, a direita, temos o elemento Fogo, demônio dirigente responsável de nome satanás, seguindo em sentido anti-horário, ainda na parte de cima, na ponta a sua esquerda, temos o elemento Terra, tendo como demônio dirigente responsável de nome lúcifer, depois, ao lado, a sua esquerda, temos o elemento Água, tendo como demônio dirigente responsável belial, e por ultimo, a ponta de baixo da estrela, correspondente ao ser ao qual se dirige o ataque.
Este ritual, quando realizado por seres despreparados, podem e acontece, de sofrerem ataques destas falanges de elementais, pelo motivo de, este ritual ser conduzido de forma inadequada.
Diferentemente do ritual positivo, onde energizamos inúmeros símbolos de pentagrama ao mesmo tempo, no ritual negativo, é energizado apenas um pentagrama invertido, um para cada ataque.
Este pentagrama, poderá passar de tempos em tempos, por novos rituais de energização, sendo que, depois do ritual, ele é guardado em local seguro até a conclusão de seu trabalho, após, ele é destruído pelo seu construtor, mago demoníaco.
Este ritual do pentagrama invertido, não tem outra finalidade a não ser a de ataque a um ser humano encarnado.
O final do ritual, se da através do rompimento do circulo. Poderemos também encontrar em rituais negativos, oferendas, com o sentido de pagamento ao serviço solicitado.
Encerramento:
Sem apontar os símbolos que fazem parte do pentagrama positivo, temos os símbolos, masculino e feminino, o símbolo da personalidade, o símbolo das quatro iniciações, símbolo inserido como exigência no pentagrama positivo, o símbolo da natureza elemental, o símbolo da sabedoria, o símbolo do controle da energia sexual, os símbolos dos corpos inferiores, e outros.
É de vital importância, que todo o estudante ou iniciado da Luz, que se encontre no caminho da ascensão, compreendam, que não é necessário um ritual de ataque através de um pentagrama invertido para atingir seu corpo inferior, visto que, por já ser um iniciado da Luz, por si só, já sofre diariamente ataques de falanges, que procuram desestruturar a sua Base, a sua Fé, a sua perseverança no caminho da Luz.
Portanto é, possível, necessário, e até mesmo aconselhável, a construção de proteção extra, além das já existentes, como seu anjo da guarda.
Encontramo-nos a disposição para melhores esclarecimentos de vosso pentagrama.
Por vosso irmão de senda, ãcãrya.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
musicas por ai
Tão longe do nunca"
Eu sei que acabei com tudo dessa vez;
Só me de uma chance;
Sei que você faz sua cabeça;
Então me deixe aqui;
Por que, contudo que você disse;
Ficou difícil de respirar;
Enquanto eu estava desolada;
Não podia acreditar que você ia me deixar;
Mas você já me deixou;
E nem me avisou;
O fogo já cessou;
Se foi para sempre;
E a chance do feliz para sempre acabou;
E onde ficaremos essa noite
E onde ficaremos essa noite
Tão longe do nunca
Não, nunca irei te desculpar;
Essa vez você me fez sofrer;
Por que o fogo já cessou;
Se foi para sempre;
E a chance do feliz para sempre acabou;
E onde estaremos esta noite;
E onde estaremos esta noite;
Tão longe do nunca;
Não,nunca irei te perdoar...
Só me de uma chance;
Sei que você faz sua cabeça;
Então me deixe aqui;
Por que, contudo que você disse;
Ficou difícil de respirar;
Enquanto eu estava desolada;
Não podia acreditar que você ia me deixar;
Mas você já me deixou;
E nem me avisou;
O fogo já cessou;
Se foi para sempre;
E a chance do feliz para sempre acabou;
E onde ficaremos essa noite
E onde ficaremos essa noite
Tão longe do nunca
Não, nunca irei te desculpar;
Essa vez você me fez sofrer;
Por que o fogo já cessou;
Se foi para sempre;
E a chance do feliz para sempre acabou;
E onde estaremos esta noite;
E onde estaremos esta noite;
Tão longe do nunca;
Não,nunca irei te perdoar...
musicas por ai
O amor"
Na vida, às vezes, temos que escolher;
Não importa o caminho;
Sempre iremos aprender;
A maior verdade sobre o homem, sim, é;
É o amor;
O modo fácil não existe;
O difícil transparece;
Sempre foi sempre será, a maior verdade sobre o homem;
Isso sei que nunca mudara;
Há uma única certeza incerta;
A qual sensação nosso coração cria;
Ninguém decifra sozinho;
Esse é o maior enigma da vida;
Esse é o amor, o amor da minha vida;
Se o mundo está perdido;
Só eu e você podemos o encontrar;
Se no mundo não há luz
O olhar de uma criança há de iluminar;
Em cada homem e mulher, existe o sentimento;
Eu afirmo que ele voa de vento em vento;
É, pegou-me meio distraída, e deixou marcas de sua passagem;
Foi assim que me achei meio sem querer;
Foi tão rápido que não deu pra perceber
Desisti então de não deixar ganhar essa paixão, leve-me, leve-me amor;
Essa paixão que mal chegou já marcou parte do meu coração...
Não importa o caminho;
Sempre iremos aprender;
A maior verdade sobre o homem, sim, é;
É o amor;
O modo fácil não existe;
O difícil transparece;
Sempre foi sempre será, a maior verdade sobre o homem;
Isso sei que nunca mudara;
Há uma única certeza incerta;
A qual sensação nosso coração cria;
Ninguém decifra sozinho;
Esse é o maior enigma da vida;
Esse é o amor, o amor da minha vida;
Se o mundo está perdido;
Só eu e você podemos o encontrar;
Se no mundo não há luz
O olhar de uma criança há de iluminar;
Em cada homem e mulher, existe o sentimento;
Eu afirmo que ele voa de vento em vento;
É, pegou-me meio distraída, e deixou marcas de sua passagem;
Foi assim que me achei meio sem querer;
Foi tão rápido que não deu pra perceber
Desisti então de não deixar ganhar essa paixão, leve-me, leve-me amor;
Essa paixão que mal chegou já marcou parte do meu coração...
musicas por ai
O amor"
Na vida, às vezes, temos que escolher;
Não importa o caminho;
Sempre iremos aprender;
A maior verdade sobre o homem, sim, é;
É o amor;
O modo fácil não existe;
O difícil transparece;
Sempre foi sempre será, a maior verdade sobre o homem;
Isso sei que nunca mudara;
Há uma única certeza incerta;
A qual sensação nosso coração cria;
Ninguém decifra sozinho;
Esse é o maior enigma da vida;
Esse é o amor, o amor da minha vida;
Se o mundo está perdido;
Só eu e você podemos o encontrar;
Se no mundo não há luz
O olhar de uma criança há de iluminar;
Em cada homem e mulher, existe o sentimento;
Eu afirmo que ele voa de vento em vento;
É, pegou-me meio distraída, e deixou marcas de sua passagem;
Foi assim que me achei meio sem querer;
Foi tão rápido que não deu pra perceber
Desisti então de não deixar ganhar essa paixão, leve-me, leve-me amor;
Essa paixão que mal chegou já marcou parte do meu coração...
Não importa o caminho;
Sempre iremos aprender;
A maior verdade sobre o homem, sim, é;
É o amor;
O modo fácil não existe;
O difícil transparece;
Sempre foi sempre será, a maior verdade sobre o homem;
Isso sei que nunca mudara;
Há uma única certeza incerta;
A qual sensação nosso coração cria;
Ninguém decifra sozinho;
Esse é o maior enigma da vida;
Esse é o amor, o amor da minha vida;
Se o mundo está perdido;
Só eu e você podemos o encontrar;
Se no mundo não há luz
O olhar de uma criança há de iluminar;
Em cada homem e mulher, existe o sentimento;
Eu afirmo que ele voa de vento em vento;
É, pegou-me meio distraída, e deixou marcas de sua passagem;
Foi assim que me achei meio sem querer;
Foi tão rápido que não deu pra perceber
Desisti então de não deixar ganhar essa paixão, leve-me, leve-me amor;
Essa paixão que mal chegou já marcou parte do meu coração...
musicas por ai
Só quero você"
Já chorei de mais, mesmo sem razão;
Eu sim preciso de seu perdão;
Já sofri de mais;
E te fiz infeliz,
Se isso é justo;
Quero não te querer tanto assim;
No passado sei que errei;
Mas isso já passou;
Perdoe-me, por favor;
Perdoe-me, e receba o amor;
Verá como nos fará feliz;
Não vou para o futuro;
A espera do passado;
Sei que o sentimento muda;
Mas quero você ao meu lado;
Seus olhos falam mais sobre você;
Não consigo te esquecer
Eu te preciso, eu te quero;
Quero o seu amor;
Só quero você (3x)
Pra te dar o meu amor...
Eu sim preciso de seu perdão;
Já sofri de mais;
E te fiz infeliz,
Se isso é justo;
Quero não te querer tanto assim;
No passado sei que errei;
Mas isso já passou;
Perdoe-me, por favor;
Perdoe-me, e receba o amor;
Verá como nos fará feliz;
Não vou para o futuro;
A espera do passado;
Sei que o sentimento muda;
Mas quero você ao meu lado;
Seus olhos falam mais sobre você;
Não consigo te esquecer
Eu te preciso, eu te quero;
Quero o seu amor;
Só quero você (3x)
Pra te dar o meu amor...
umas música por ai
Feito criança"
Sou exagerada;
menina mimada;
não sei entender o coração;
acho que devo confiar;
pegar essa paixão e deixar rolar;
A verdade parece mentira nos olhos de quem vê sem o coração;
Sim,agora eu sei;eu sei que te amo;
Mas não sei se vou poder parar;
talvez se deixar rolar;
meu coração não se iluda tanto
Tenho perguntas,para as faltas de respostas;
O que explica a falta da respiração;
O que explica a falta da minha razão;
o que explica? O que explica? O que explica?
E as noites em claro que passei junto a ti por pensamento?
Pensei estar sonhando;
Mas estava imaginando;
é, é assim;
Nós dois
podia até jurar sentir sua respiração;
se isso não é amor;
me diga o que é;
isso aqui dentro de mim;
isso que não quer me largar;
talvez uma paixão,mais que cruel;
tenho que passar por isso?
Esse é o meu papel!
Eu só quero curtir;
o lado bom disso tudo;
será que me iludo ou não me iludo?
Vou sem medo;
esse é o jeito;
esse é o jeito;
Vou enfrentar tudo isso
menina mimada;
não sei entender o coração;
acho que devo confiar;
pegar essa paixão e deixar rolar;
A verdade parece mentira nos olhos de quem vê sem o coração;
Sim,agora eu sei;eu sei que te amo;
Mas não sei se vou poder parar;
talvez se deixar rolar;
meu coração não se iluda tanto
Tenho perguntas,para as faltas de respostas;
O que explica a falta da respiração;
O que explica a falta da minha razão;
o que explica? O que explica? O que explica?
E as noites em claro que passei junto a ti por pensamento?
Pensei estar sonhando;
Mas estava imaginando;
é, é assim;
Nós dois
podia até jurar sentir sua respiração;
se isso não é amor;
me diga o que é;
isso aqui dentro de mim;
isso que não quer me largar;
talvez uma paixão,mais que cruel;
tenho que passar por isso?
Esse é o meu papel!
Eu só quero curtir;
o lado bom disso tudo;
será que me iludo ou não me iludo?
Vou sem medo;
esse é o jeito;
esse é o jeito;
Vou enfrentar tudo isso
esse éo jeito
esse é o jeito
mais uma história entre tantas outras
1932. Numa casa muito luxuosa, vivia uma família. David e Victoria, o casal, Michael (o médico da família) , o filho de 19 anos e Liz, filha de 14 anos. Eles acabaram de se mudar, e Liz, uma garota muito vaidosa, escolheu o quarto que tinha um grande espelho na parede, e talhado na madeira do espelho estava: '' 5 4 1 3 2 0 9 6 7 8 , em apenas 5 anos você verá a diferença'' Liz ficou curiosa, mas não deu muita importância ao espelho.Ela era uma garota muito vaidosa, vivia comprando cremes e maquiagem. Já se passaram 1 ano desde a mudança, era a festa de aniversário de 15 anos de Liz, ela estava super ansiosa desde o começo do mês. Passou horas na frente do espelho. -Liz, minha filha, os convidados estão esperando- Disse a sua mãe.Liz desceu as escadas, quando as pessoas viram a cara de Liz, estranharam, porque ela parecia muito velha para uma garota de apenas 15 anos. Mas os convidados disfarçaram. Correu tudo bem na festa, mas Victoria, David e até Michael que não prestava muito atenção na irmã, perceberam que a irmã andara envlhecendo e que passava muito tempo na frente daquele espelho. Passaram-se quatro anos. No dia seguinte iriam fazer 5 anos que os Walberg moravam na rua 4. Michael ja tinha 24 anos e uma filha e Liz 19. Uma vez, limpando o porão Michael achou um osso que ele deduzira que era humano e junto com o osso, ele achou um papel:
'' 4- você 9- vaidade 1-sempre 6- demais 2-bonita 0- mais 8-mal 7- faz Em apenas 5 anos você verá a dierença''O papel estava junto com umas fotos de uma moça muito bonita até os 14 anos, mas na sua festa de 15 ela estava como sua irmã. Muito velha e na frente do espelho. Michael correu para o quarto da irmã e descobriu o código: 5 4 1 3 2 0 9 6 7 8 = Aqui você será sempre bonita, mas vaidade demais faz mal. Em apenas 5 anos vc verá a diferença. Michael foi para seu quarto preocupado com o osso e o código, mas não deu muita importancia. Continuou a pensar e resolver dar mais uma olhada no espelho, exatamente quando entrou viu sua irmã, morta, caída no chão com um rosto como o de uma senhora de 90 anos, e no espelho, o reflexo dela e de mais cinco garotas e garotos, todos aparentemente mortos por causa do espelho. Michael logo viu sua foto quase nítida e ficou apavorado, foi a procura de um Médium para desvendar o mistério. Chamou o senhor Xavier que fez uma sessão espírita e psicografou uma carta do espírito do espelho. ''Eu era apenas uma garota feia do colégio, a inveja que eu sentia das Líderes de torcida, era muita, uma vez vi o garoto que eu tanto amava nos braços de uma delas. Me tranquei no banheiro e com um pedaço do espelho da parede, eu me matei. Agora meu espírito está preso neste espelho, e a unica maneira de me fazer sair daqui, é trazer aqui para frente desse espelho uma garota feia como eu, para que eu possa dar a ela, toda a beleza e felicidade que eu suguei de minhas vítimas. Agora Michael, infelizmente você é o próximo, me desculpe, não sou eu que escolho minhas vítimas... É a própria beleza delas. Seus pais viajaram,mas não voltaraão mais, me traga a garota e viverás..'' Mas Michael leu a carta tarde de mais. Quando a mulher dele chegou em casa com sua filha de apenas 3 anos, encontrou Michael caído no chão. Na mesma hora em que a polícia levava o corpo de Michael, Rachel, a filha de Michael, olhava para o espelho, como se fosse uma modelo. Até hoje dizem que o espelho continua na casa sugando a beleza das pessoas, é preciso que uma pessoa feia fique na frente do espelho e receba a beleza, assim o espírito será liberto.
mais uma história entre tantas outras
Definitivamente não acredito em espiritos. Acredito em fantasmas. Pode parecer estranho, mas deixe-me contar minha história para que possa me entender... antes que eles cheguem. Amanheceu um dia lindo de sol. Abri a janela, respirei fundo e... ouvi dois tiros. Me abaixei rapidamente. Fiquei trêmulo. Permanecí imóvel por uns cinco minutos, de olhos fechados e tapando os ouvidos. Quando abri os olhos, ele estava lá. Olhando para mim com seu rosto pálido e assustador.Tudo começou nesse dia. Minha mãe voltou correndo para casa para ver se eu estava bem. Disse que um homem tentou assaltar uma moça o bandido acabou assassinando a jovem e seu filho de dez anos. Todos os dias ele está ao meu lado. Seu nome era Robson e, como eu ja disse, tinha dez anos. Nunca mais dormi uma noite completa de sono depois daqueles dois tiros. Robson fica todas as noites de pé, ao lado da minha cama, me olhando. Ele não fala nada, mas faz muito barulho. Ele bate as portas do guarda roupa, acende as luzes do quarto e espalha minhas roupas. Já falei com minha mãe sobre ele, mas ela acha que estou inventando desculpas para minha bagunça.Meu tormento tornou-se maior quando Robson começou a tentar se comunicar comigo. Um dia ele rasgou uma foto dos meus pais ao meio, separando-os. Comecei a chorar de raiva e de desespero, mas ele não entendia. Seus olhos ficaram vermelhos de ódio e de sua boca saia um líquido espumoso, que manchava o carpete de casa. Ele avançou contra meu pescoço, mas minha mãe chegou a tempo e ele desapareceu antes que ela o visse. Em outra ocasião, ele pegou a metade da foto com minha mãe e tentou colocar fogo. Por muito pouco não causa um incêndio em meu quarto.Certa noite, acordei com um som metálico batendo nos móveis. Quando pude perceber, Robson estava de pé, ao lado da minha cama, apontando uma arma para minha cabeça. Não tive tempo de pensar. Ele apertou o gatilho sete vezes e desapareceu. A pistola caiu no chão. Por sorte minha, não havia munição na armaResolvi mostrar para meus pais a arma e tentar contar o que aconetceu. Durante seu café da manhã, mostrei a arma para eles.Minha mãe ficou apavorada. Deixou cair a xícara de café que tomava. Meu pai, um pouco mais calmo, me perguntou onde peguei a arma. Eu apenas disse:
- Uma criança, chamada Robson me deu.Dessa vez foi meu pai quem ficou nervoso. Suas mãos tremiam sobre as migalhas de pão. Ele me pediu a arma, deixou-a sobre a mesa e disse já com lágrimas nos olhos:
- Preciso contar uma coisa a vocês. Essa criança, o Robson, que te acompanha, é seu irmão. Ele era filho daquela moça que morreu há alguns meses atrás. Eu traí sua mãe, meu filho, e voltei a traí-la há algum tempo atrás, até que o destino acabou com a traição da pior forma possível. Não consigo mais esconder isso. Essa criança me perturba todas as noites. Não posso mais conviver com isso. Peço perdão, minha querid...
Antes de terminar a frase, minha mãe já havia enviado a faca de pão pelo pescoço do meu pai.
- Pensa que não sei, seu desgraçado? Fui eu quem pegou a arma e matou aquela vagabunda e o pivete que você teve com ela! Não aguentava mais isso! Eu precisava por um fim nisso! E hoje eu o farei!
Minha mãe passou a faca nos olhos de papai. Ele tentava gritar, mas o sangue que escorria de sua garganta o impedia de fazer qualquer movimento. Ela mordia suas orelhas, arrancando pedaço por pedaço da carne de seu rosto. Não eram mais meus pais. Eram dois demônios encarnados em pessoas. Corri para meu quarto e me tranquiei. Lá, encontrei Robson segurando três cartuchos de munição para a arma. Não tive dúvida: Corri para a cozinha, peguei a arma, carreguei-a e atirei nas costas da minha mãe.A polícia chegou ao local e não teve dúvidas: Matei meus pais. Hoje vivo trancado aqui no hospital psiquiátrico de Natal. Longe de tudo, da família que me resta, dos amigos e da sanidade mental que eu tinha antes. Tenho que encerrar essa história por aqui. Meu pai está aqui do meu lado e me pede para que eu seja breve, pois eles já sabem onde eu estou. Robson e minha mãe estão ai com você, parados do seu lado direito lendo minhas palavras.
Adeus...
mais uma história entre tantas outras
Definitivamente não acredito em espiritos. Acredito em fantasmas. Pode parecer estranho, mas deixe-me contar minha história para que possa me entender... antes que eles cheguem. Amanheceu um dia lindo de sol. Abri a janela, respirei fundo e... ouvi dois tiros. Me abaixei rapidamente. Fiquei trêmulo. Permanecí imóvel por uns cinco minutos, de olhos fechados e tapando os ouvidos. Quando abri os olhos, ele estava lá. Olhando para mim com seu rosto pálido e assustador.Tudo começou nesse dia. Minha mãe voltou correndo para casa para ver se eu estava bem. Disse que um homem tentou assaltar uma moça o bandido acabou assassinando a jovem e seu filho de dez anos. Todos os dias ele está ao meu lado. Seu nome era Robson e, como eu ja disse, tinha dez anos. Nunca mais dormi uma noite completa de sono depois daqueles dois tiros. Robson fica todas as noites de pé, ao lado da minha cama, me olhando. Ele não fala nada, mas faz muito barulho. Ele bate as portas do guarda roupa, acende as luzes do quarto e espalha minhas roupas. Já falei com minha mãe sobre ele, mas ela acha que estou inventando desculpas para minha bagunça.Meu tormento tornou-se maior quando Robson começou a tentar se comunicar comigo. Um dia ele rasgou uma foto dos meus pais ao meio, separando-os. Comecei a chorar de raiva e de desespero, mas ele não entendia. Seus olhos ficaram vermelhos de ódio e de sua boca saia um líquido espumoso, que manchava o carpete de casa. Ele avançou contra meu pescoço, mas minha mãe chegou a tempo e ele desapareceu antes que ela o visse. Em outra ocasião, ele pegou a metade da foto com minha mãe e tentou colocar fogo. Por muito pouco não causa um incêndio em meu quarto.Certa noite, acordei com um som metálico batendo nos móveis. Quando pude perceber, Robson estava de pé, ao lado da minha cama, apontando uma arma para minha cabeça. Não tive tempo de pensar. Ele apertou o gatilho sete vezes e desapareceu. A pistola caiu no chão. Por sorte minha, não havia munição na armaResolvi mostrar para meus pais a arma e tentar contar o que aconetceu. Durante seu café da manhã, mostrei a arma para eles.Minha mãe ficou apavorada. Deixou cair a xícara de café que tomava. Meu pai, um pouco mais calmo, me perguntou onde peguei a arma. Eu apenas disse:
- Uma criança, chamada Robson me deu.Dessa vez foi meu pai quem ficou nervoso. Suas mãos tremiam sobre as migalhas de pão. Ele me pediu a arma, deixou-a sobre a mesa e disse já com lágrimas nos olhos:
- Preciso contar uma coisa a vocês. Essa criança, o Robson, que te acompanha, é seu irmão. Ele era filho daquela moça que morreu há alguns meses atrás. Eu traí sua mãe, meu filho, e voltei a traí-la há algum tempo atrás, até que o destino acabou com a traição da pior forma possível. Não consigo mais esconder isso. Essa criança me perturba todas as noites. Não posso mais conviver com isso. Peço perdão, minha querid...
Antes de terminar a frase, minha mãe já havia enviado a faca de pão pelo pescoço do meu pai.
- Pensa que não sei, seu desgraçado? Fui eu quem pegou a arma e matou aquela vagabunda e o pivete que você teve com ela! Não aguentava mais isso! Eu precisava por um fim nisso! E hoje eu o farei!
Minha mãe passou a faca nos olhos de papai. Ele tentava gritar, mas o sangue que escorria de sua garganta o impedia de fazer qualquer movimento. Ela mordia suas orelhas, arrancando pedaço por pedaço da carne de seu rosto. Não eram mais meus pais. Eram dois demônios encarnados em pessoas. Corri para meu quarto e me tranquiei. Lá, encontrei Robson segurando três cartuchos de munição para a arma. Não tive dúvida: Corri para a cozinha, peguei a arma, carreguei-a e atirei nas costas da minha mãe.A polícia chegou ao local e não teve dúvidas: Matei meus pais. Hoje vivo trancado aqui no hospital psiquiátrico de Natal. Longe de tudo, da família que me resta, dos amigos e da sanidade mental que eu tinha antes. Tenho que encerrar essa história por aqui. Meu pai está aqui do meu lado e me pede para que eu seja breve, pois eles já sabem onde eu estou. Robson e minha mãe estão ai com você, parados do seu lado direito lendo minhas palavras.
Adeus...
mais uma história entre tantas outras
Em uma noite iluminada por uma lua minguante num céu sem estrelas, quatro jovens resolvem fazer o famoso "jogo do copo". Reúnem-se na casa do mais velho, o líder da turma. Depois de uma oração em tom de brincadeira, começa a sessão de perguntas para o pseudo-espírito na mesa. - Qual o seu nome? Pergunta uma das meninas da turma. O copo se move para as letras formando a palavra P-A-L-H-A-Ç-O. Todos ficam assustados com o movimento, mas acham estranho que tenha se formado essa combinação. Exceto o líder da turma, que solta uma gargalhada quando a palavra é formada. - O que você quer? Pergunta o segundo jovem: P - U - M. É a palavra que aparece no tabuleiro. O jovem líder cai na gargalhada, solta o copo e sai de perto do tabuleiro: - Essa brincadeira é cretina, estúpida. Fui eu quem fez o copo se mexer. Viram como isso não funciona? - Cuidado. Não fique brincando com essas coisas. Você pode ser castigado - Retruca a pequena jovem. Todos vão embora da casa do rapaz, indignados coma brincadeira sem graça do amigo. Como já era tarde, ele se prepara para dormir. Entra em seu quarto, deita em sua cama e começa uma oração. No meio de sua prece, ele sente uma dor muito forte no peito. Seu pijama azul tem uma mancha escura e que vai aumentando. O jovem coloca a mão na boca para conter um grito, mas percebe que sua boca também está sangrando. Seu nariz pinga mais sangue ainda, marcando o chão com poças avermelhadas. Desesperado, ele vai ao quarto de seus pais e os encontram enforcados, pendurados no lustre sobre a cama, movimentando seus braços em busca do corpo do rapaz. Os gritos e palavras mórbidas ecoam por toda a casa: - Maldito. Porquê você fez isso? O jovem corre para fora de casa e bate na porta da casa de seus amigos. Ninguém atende. Seus gritos misturados com suas lágrimas pintam seu rosto de vermelho. Cansado de gritar, ele fica em silêncio, mas ouve algumas gargalhadas. Tentando descobrir de onde vem as vozes, ele corre em direção ao som, e percebe que saem da garagem de sua própria casa. Ao abrir a porta, ele se depara com uma cena macabra: Seus três amigos, sentados no chão, fazendo o jogo do copo. As gargalhadas eram assustadores, como crianças que se divertem com um brinquedo novo. Chegando mais perto, o jovem percebe que o copo se movia sozinho, sem nenhum dedo no tabuleiro. O copo fazia movimentos repetitivos para as palavras P-A-L-H-A-Ç-O. Movimentos cada vez mais rápidos formavam a palavra P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, até que o copo explode. Assustado, suado e com muito medo, o jovem acorda. Sim, foi um sonho. Ele olha a sua volta e não há sangue. O silêncio reina pela casa. Mais calmo, ele vai até o banheiro, onde tem uma surpresa ao se olhar no espelho: Seus olhos e sua boca, vermelhos de sangue, formam uma pintura de palhaço. Mesmo jogando água em sua face, a mancha não sai. Em um ato de desespero, o rapaz corre para o quarto dos pais. Quando ele abre a porta, encontra seu pai de pé, em frente à porta com uma arma na mão. Antes que ele pudesse pronunciar qualquer palavra, um único som toma conta de toda a casa: P-U-M. No dia seguinte, todos os seus amigos vão ao velório de seu colega: O jovem palhaço que morreu com um tiro na cabeça.
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Em uma noite iluminada por uma lua minguante num céu sem estrelas, quatro jovens resolvem fazer o famoso "jogo do copo". Reúnem-se na casa do mais velho, o líder da turma. Depois de uma oração em tom de brincadeira, começa a sessão de perguntas para o pseudo-espírito na mesa. - Qual o seu nome? Pergunta uma das meninas da turma. O copo se move para as letras formando a palavra P-A-L-H-A-Ç-O. Todos ficam assustados com o movimento, mas acham estranho que tenha se formado essa combinação. Exceto o líder da turma, que solta uma gargalhada quando a palavra é formada. - O que você quer? Pergunta o segundo jovem: P - U - M. É a palavra que aparece no tabuleiro. O jovem líder cai na gargalhada, solta o copo e sai de perto do tabuleiro: - Essa brincadeira é cretina, estúpida. Fui eu quem fez o copo se mexer. Viram como isso não funciona? - Cuidado. Não fique brincando com essas coisas. Você pode ser castigado - Retruca a pequena jovem. Todos vão embora da casa do rapaz, indignados coma brincadeira sem graça do amigo. Como já era tarde, ele se prepara para dormir. Entra em seu quarto, deita em sua cama e começa uma oração. No meio de sua prece, ele sente uma dor muito forte no peito. Seu pijama azul tem uma mancha escura e que vai aumentando. O jovem coloca a mão na boca para conter um grito, mas percebe que sua boca também está sangrando. Seu nariz pinga mais sangue ainda, marcando o chão com poças avermelhadas. Desesperado, ele vai ao quarto de seus pais e os encontram enforcados, pendurados no lustre sobre a cama, movimentando seus braços em busca do corpo do rapaz. Os gritos e palavras mórbidas ecoam por toda a casa: - Maldito. Porquê você fez isso? O jovem corre para fora de casa e bate na porta da casa de seus amigos. Ninguém atende. Seus gritos misturados com suas lágrimas pintam seu rosto de vermelho. Cansado de gritar, ele fica em silêncio, mas ouve algumas gargalhadas. Tentando descobrir de onde vem as vozes, ele corre em direção ao som, e percebe que saem da garagem de sua própria casa. Ao abrir a porta, ele se depara com uma cena macabra: Seus três amigos, sentados no chão, fazendo o jogo do copo. As gargalhadas eram assustadores, como crianças que se divertem com um brinquedo novo. Chegando mais perto, o jovem percebe que o copo se movia sozinho, sem nenhum dedo no tabuleiro. O copo fazia movimentos repetitivos para as palavras P-A-L-H-A-Ç-O. Movimentos cada vez mais rápidos formavam a palavra P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, até que o copo explode. Assustado, suado e com muito medo, o jovem acorda. Sim, foi um sonho. Ele olha a sua volta e não há sangue. O silêncio reina pela casa. Mais calmo, ele vai até o banheiro, onde tem uma surpresa ao se olhar no espelho: Seus olhos e sua boca, vermelhos de sangue, formam uma pintura de palhaço. Mesmo jogando água em sua face, a mancha não sai. Em um ato de desespero, o rapaz corre para o quarto dos pais. Quando ele abre a porta, encontra seu pai de pé, em frente à porta com uma arma na mão. Antes que ele pudesse pronunciar qualquer palavra, um único som toma conta de toda a casa: P-U-M. No dia seguinte, todos os seus amigos vão ao velório de seu colega: O jovem palhaço que morreu com um tiro na cabeça.
mais uma história entre tantas outras
...Nos arredores de Juiz de Fora morava a família Mendonca. Uma família rica e famosa na cidade. Jussara, uma estudante de filosofia da UFJF,trabalhava esporadicamente como baby sitter para os Mendonça quando estes iam à alguma comemoracão .Jussara tinha necessidade de cobrir seus gastos.
Certa noite, os Mendoca sairam para um coquetel e seus três filhos ficaram dormindo no andar superior da mansão, enquanto Jussara lia um livro na sala.O silencio era sepulcral. A noite estava escura, sem lua e muito fria. Jussara estava quase pegando no sono quando de repente...
...TRIMMMMM, TRIMMMM, TRIMMM, TRIMMM, ...
O telefone toca como um alarme. Jussara deu um salto do sofa e joga seu livro longe. Ela vai correndo ao alcance do telefone." Alô? " disse Jussara com sua voz rouca. A resposta que ela ouviu foi uma diabólica gargalhada:
...HAHAHA HAHAHA HAHAHA HAHAHA HAHAHA...
_MERDA!! Um trote! Como tem gente desocupada! revolou-se Jussara."Sera que foi o Tarcísio? Não; acho que ele não seria capaz..." indagou a rapariga.
Jussara, mais uma vez ,quase adormecendo, é acordada com o tocar do telefone.
...TRIMMMMM, TRIMMMM, TRIMMMM, TRIMMMM,...
Com receio ela foi até o telefone, ficou um tempo esperando mas achou melhor atende-lo, pois poderia ser os Mendonca. Ledo engano, mais uma vez era aquela voz sinistra a gargalhar:
...HAHAHAHA HAHAHAHA HAHAHAHA HAHAHAHA ...
Jussara enebriada pelo odio gritou ao telefone._Sua hiena filha de uma puta...você come merda, fode uma vez por ano e ainda fica rindo da cara dos outros!!!! Ainda soltando fogo pelas ventas, Jussara bate o telefone com tanta violência, que quase quebra o aparelho.A estudante estava pensativa. A mansão ficava distante do centro e em um lugar muito deserto. Já com medo, ela decidiu ligar para a polícia._Alô? É do departamento de polícia? Perguntou Jussara com a voz meio trêmula._sim minha filha. E daqui sim; oquê voce deseja?" Perguntou o tira com um ar enfadonho._Tem um engracadinho me passando um trote e eu estou meio temerosa pois esta casa fica nun lugar meio sinistro... Disse a donzela quase chorando.
O policial pegou todas as informacões necessárias e mandou uma rádio-patrulha rondar o local.Jussara se acalmou e foi até a cozinha beber um copo d`agua. De volta na sala de estar, o telefone toca novamente e um frio polar sobe pela espinha de Jussara. Desta vez ela decide em não atender.
... TRIMMMM, TRIMMMM, TRIMMMM, TRIMMMM, ...
_Este cara já esta me enchendo a porra do saco!Pensou Jussara com os seus botões. Nem dois minutos depois, o telefone toca de novo.
...TRIMMMM, TRIMMM, TRIMMM, TRIMMM, ...
_Agora eu vou dar um basta nesta situacão. Esporrou a garota pegando o fone do gancho furiosa."Aqui ou seu filho da pu..." ia dizendo Jussara quando a interrompe uma voz gritando a cem decibéis pelo telefone..._Minha filha!!!!! Saia desta casa imediatamente. Aqui e da polícia ... nós identificamos a chamada e ela vem dai mesmo da outra linha. Fuja logo!!!
Jussara nem esperou o homem terminar e saiu correndo porta fora...
Mais tarde, a patrulha chega ao local e prende o perturbado mental no segundo andar, no quarto das criancas. O maluco tinha trucidado as três criancas e foi encontrado sodomisando a mais nova que tinha três anos. Jussara escapou por pouco. A cada telefonema era uma crianca morta; ela seria a proxima. Mas depois, quem ouviria a próxima GARGALHADA SINISTRA ?
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Certa noite, os Mendoca sairam para um coquetel e seus três filhos ficaram dormindo no andar superior da mansão, enquanto Jussara lia um livro na sala.O silencio era sepulcral. A noite estava escura, sem lua e muito fria. Jussara estava quase pegando no sono quando de repente...
...TRIMMMMM, TRIMMMM, TRIMMM, TRIMMM, ...
O telefone toca como um alarme. Jussara deu um salto do sofa e joga seu livro longe. Ela vai correndo ao alcance do telefone." Alô? " disse Jussara com sua voz rouca. A resposta que ela ouviu foi uma diabólica gargalhada:
...HAHAHA HAHAHA HAHAHA HAHAHA HAHAHA...
_MERDA!! Um trote! Como tem gente desocupada! revolou-se Jussara."Sera que foi o Tarcísio? Não; acho que ele não seria capaz..." indagou a rapariga.
Jussara, mais uma vez ,quase adormecendo, é acordada com o tocar do telefone.
...TRIMMMMM, TRIMMMM, TRIMMMM, TRIMMMM,...
Com receio ela foi até o telefone, ficou um tempo esperando mas achou melhor atende-lo, pois poderia ser os Mendonca. Ledo engano, mais uma vez era aquela voz sinistra a gargalhar:
...HAHAHAHA HAHAHAHA HAHAHAHA HAHAHAHA ...
Jussara enebriada pelo odio gritou ao telefone._Sua hiena filha de uma puta...você come merda, fode uma vez por ano e ainda fica rindo da cara dos outros!!!! Ainda soltando fogo pelas ventas, Jussara bate o telefone com tanta violência, que quase quebra o aparelho.A estudante estava pensativa. A mansão ficava distante do centro e em um lugar muito deserto. Já com medo, ela decidiu ligar para a polícia._Alô? É do departamento de polícia? Perguntou Jussara com a voz meio trêmula._sim minha filha. E daqui sim; oquê voce deseja?" Perguntou o tira com um ar enfadonho._Tem um engracadinho me passando um trote e eu estou meio temerosa pois esta casa fica nun lugar meio sinistro... Disse a donzela quase chorando.
O policial pegou todas as informacões necessárias e mandou uma rádio-patrulha rondar o local.Jussara se acalmou e foi até a cozinha beber um copo d`agua. De volta na sala de estar, o telefone toca novamente e um frio polar sobe pela espinha de Jussara. Desta vez ela decide em não atender.
... TRIMMMM, TRIMMMM, TRIMMMM, TRIMMMM, ...
_Este cara já esta me enchendo a porra do saco!Pensou Jussara com os seus botões. Nem dois minutos depois, o telefone toca de novo.
...TRIMMMM, TRIMMM, TRIMMM, TRIMMM, ...
_Agora eu vou dar um basta nesta situacão. Esporrou a garota pegando o fone do gancho furiosa."Aqui ou seu filho da pu..." ia dizendo Jussara quando a interrompe uma voz gritando a cem decibéis pelo telefone..._Minha filha!!!!! Saia desta casa imediatamente. Aqui e da polícia ... nós identificamos a chamada e ela vem dai mesmo da outra linha. Fuja logo!!!
Jussara nem esperou o homem terminar e saiu correndo porta fora...
Mais tarde, a patrulha chega ao local e prende o perturbado mental no segundo andar, no quarto das criancas. O maluco tinha trucidado as três criancas e foi encontrado sodomisando a mais nova que tinha três anos. Jussara escapou por pouco. A cada telefonema era uma crianca morta; ela seria a proxima. Mas depois, quem ouviria a próxima GARGALHADA SINISTRA ?
mais uma história entre tantas outras
Rio de Janeiro - Brasil, noite de 8 de julho de 1928. Ninguém passava pela Rua Vicente Pires, principalmente à noite. Diziam que ela era amaldiçoada, mas eu não acreditei, precisava de um lugar para ficar, pelo menos por aquela noite.A rua era cercada por velhos sobrados abandonados escuros e sujos, muito sujos. nem as prostitutas e gatunos moravam mais alí. Mas a fome e o frio eram maiores que o medo, maiores que o pavor de passar a noite num lugar tenebroso como aquele. As sombras pareciam sinistramente vivas, minha mente confusa não sabia o que pensar. Mas uma em especial me chamou atenção, fui em sua direção. Acabei chegando num sobrado caindo ao pedaços que estava com a porta escancarada. Minhas pernas tremiam, não era por causa da Cachaça Sangue do Demônio que eu havia tomado no Bar do Seu Zequinha, era medo mesmo! Havia teias de aranha por todo o lugar, sem falar no cheiro de mofo, parecia abandonado há anos. Mas algo estranho, muito estranho aconteceu.
Uma luz de vela brilhava num aposento ao lado, fiquei hipnotizado e foi em direção daquela luz. Ao chegar ao aposento, tamanho foi o susto, que se eu fosse uma mulher, um rebento alí teria se formado!!! Havia uma mulher sentada numa cadeira empoeirada com uma caixa ao seu lado. Ela era feia, vestia uma camisola verde claro (meio azul piscina) como aquelas usadas em hospital (americano, claro). Fiquei mais surpreso ainda quando ela me chamou pelo nome:"Belmiro! Será que você pode ma ajudar?" A voz era esganiçada e sombria. Contive meu temor."Não tenha medo Sr. Belmiro. Eu sei que o senhor precisa de dinheiro... eu pago bem ao senhor se me ajudar com esta caixa. Eu já cansei de pedir, mas ninguém me ajuda" disse a figura.
Essa seria minha chance de comer algo decente (as moelas que comia no Seu Zequinha não eram consideradas descentes). Todo o medo que existia passou no momento que ela disse que me pagaria (de graça até ônibus errado). Não pestanejei e aceitei automaticamente, nem quiz saber o que tinha na caixa. Somente perguntei para onde eu deveria levá-la. Ela me deu o "cascalho", o qual nem contei e enfiei-o no bolso, certificando que o mesmo não estava furado. Já com o endereço em mente, calculei que levaria menos de 15 minutos. Seria o dinherio mais fácil da minha vida.
A mulher estava logo atrás de mim, pois iria me ensinar o caminho. No início não notei nada de errado, mas de repente, comecei a sentir um cheiro estranho, muito estranho, vindo da caixa...um cheiro de morte!!!!!A mulher continuava falando, mas não via mais a sombra dela no chão. Nesse momento, eu olhei de soslaio para onde ela deveria estar, mas não estava! Comecei a ficar com medo. Parei um instante e pensei em abrir a caixa, mas fui interrompido pela voz da mulher: "Ei!!!!...Não abra a caixa!!! O senhor terá que ir até o fim!!! Já que paguei adiantado pelo serviço!!!!" O pavor tomou conta de mim, minha mente confusa, não sabia o que fazer. Não sabia de onde vinha a famigerada voz. Imaginei que vinhiesse da caixa, mas não quiz arriscar. "Não para Seu Belmiro!! Eu quero chegar logo!!!!" Agora eu não tive dúvidas. A voz vinha realmente da caixa!!!!"Que porra é eeeeeessa!!!"pensei comigo mesmo. Pensei em atirá-la no bueiro mais próximo, mas não consegui tirá-la da minha mão, parecia colada! Tentei de todo jeito me livrar daquela artefato do capeta, mas acabei levando-o ao tal destino.
Depois de penosos 20 minutos, cheguei numa bela casa. Um homem bem apanhado me atendeu, deixei a caixa na chão. O individuo, meio sem saber o que fazer, pegou a caixa e começou a abrir-la, não aguentei a curiosidade e dei uma olhada para dentro dela.Assim que ele abriu, o fundo se rompeu e um monte de ossos velhos, sangue e carne em decomposição esparramou-se pelo assoalho da casa. A cabeça da mulher rolou pela sala de visitas, e novamente sua voz repugnante ecoou: "Eu voltei para você meu querido!!!! Hahahahahaha!!!!!" O Homem, tomado pelo pânico, teve um "piripaque" e desmaiou, batendo a cabeça na quina da mesa, abrindo uma grande ferida por onde começou a sair sangue. Por pouco eu também não fui "pro saco", mas consegui me manter acordado e antes de dar o fora dali com a dinheiro, chamei uma ambulância e a polícia.
Só mais tarde descobri que o homem, um tal de Sr. Bonilha, envenerara sua esposa há anos e escondera o cadáver naquele sobrado abandonado. E eu servi de "Mensageiro do Cão", levando aquela encomenda macabra para o antigo "dono". Não consegui dormir por dias e sai da cidade rumo à Juiz de Fora (uma cidadezinha fedida do interior do Estado de Minas Gerais). Nunca mais voltei à Rua Vicente Pires...mas ouvi dizer que o velho sobrado ainda existe, mas agora sob o signo dos Malditos: "CASA ASSOMBRADA".
mais uma história entre tantas outras
Era madrugada na serra de Petrópolis e um veículo seguia lentamente pelas curvas fechadas e sinuosas dos vários abismos da BR-040. Mesmo com os faróis, a visão que Jacó era limitada pelo forte nevoeiro e pela chuva.
A viagem era solitária. Seus olhos não desviavam da estrada. Seu rádio estava mudo, talvez pelo mau tempo ou talvez por causas das montanhas da região. Já tinha feito essa viagem centenas de vezes e em condições piores. Entretanto, estava muito tenso.
Ao sair de uma curva fechada, seu coração quase parou quando viu no meio da estrada um vulto branco de formato humano com os braços abertos acenando vigorosamente. Sentiu pânico mas logo viu que se tratava de alguém pedindo ajuda.
A visão era assustadora. Uma mulher em trajes brancos e longos. Sua face mostrava terror e desespero. Seus cabelos, sua face pálida e os olhos fundos eram mais terríveis que as manchas de sangue espalhadas pelo corpo. Jacó ficou paralisado por alguns instantes quando viu aquele quadro assustador, mas logo se acalmou. Ela se arrastava na lateral do carro, gemendo e com as palmas das mãos sujas de sangue apoiadas nos vidros.
Jacó prontamente saiu com uma lanterna. A mulher segurava os cabelos e gritava sem cessar. Jacó tentava falar com a mulher mas não conseguia resposta. Olhou em volta e reparou que uma parte da proteção lateral da estrada estava destruída. Jacó compreendeu que ali alguém acabara de sofrer um terrível acidente. Correu até o local e percebeu que no meio da grota escura havia duas pequenas luzes vermelhas que logo notou serem da traseira de um carro, além de um clarão mais ao fundo do matagal dos faróis dianteiros. Ele se aproximou um pouco no meio da mata e apesar da escuridão, pode notar que um carro havia capotado e estava bastante danificado.
Quando ele olhou com atenção, um calafrio percorreu todo o seu corpo e sentiu um terror mortal em sua alma quando percebeu que o corpo daquela mulher que pedia ajuda na estrada estava jazia sem vida dentro dos destroços.
mais uma história entre tantas outras
"Nem sempre as pessoas querem sonhar"
Samira sempre teve pesadelos. Sempre. Moradora de Israel, ela achava que as guerras freqüentes em seu país fossem a razão deles. Porém, aos catorze anos, ela se mudou para Londres. E foi então que os pesadelos começaram a ficar piores. Toda noite, assim que fechava os olhos, uma criatura lhe aparecia em sua cabeça. Era de forma humana, mas completamente careca, não tinha olhos e sua boca estava costurada em um pavoroso sorriso. Era o seu guia; um dos muitos daquele lugar. E por incrível que pareça, era quem lhe fazia se sentir segura quando caminhava pela terra assustadora dos pesadelos.
A terra era cheia de gritos, horrores e ranger de dentes. Demônios sorriam enquanto espancavam pessoas. Havia cidades, como as nossas, destruídas, onde havia gente ferida correndo e implorando por suas vidas. E pior de tudo, havia o palhaço que dançava e parecia ser o único a se divertir de verdade naquela terra.
Era um palhaço incomum, é verdade. Tinha pernas de bode e a cara pintada como os palhaços.
- Eles vêm pra cá, por que merecem estar aqui – dizia ele à Samira – Mas você não merece estar aqui. Não quer vir pra cá, então não durma!
Samira sempre acordava em prantos. Freqüentou os melhores psicólogos, participou das melhores terapias, mas nada a impedia de ver seu guia e o palhaço quando dormia. Aquilo a apavorava e causou seus problemas de relacionamento. Era uma pessoa tristonha, que quase não se comunicava e estava sempre na companhia de remédios que a mantivesse acordada. Não valiam muito.
Certa noite dormiu e voltou a seguir seu guia.
- Por que sempre está rindo, se não é feliz? – perguntou ela.
O guia virou sua cara sem olhos para ela, mas nada falou. Era impossível para ele falar. Voltaram a andar no meio do caos, mas, poucos minutos depois, o guia desapareceu.
- Cadê você?
Novamente, não houve resposta. Ela começou a andar, chorando, pois tinha medo. Muito medo. Queria acordar, dizia a si mesma que era apenas um sonho, mas não conseguia acordar.
Ouviu passos. Toc, toc, toc, no asfalto da rua por onde andava. Cascos. Logo o palhaço com pernas de bode apareceu. E ria.
- Boa notícia – disse ele – Você merece vir pra cá. Vou te levar pra um passeio comigo pela minha terra.
Mas Samira correu. Seus cabelos negros e lisos voavam na noite enquanto o toc toc dos cascos a seguia. E ele assobiava, e ria, e chamava seu nome. Até que, cansada, ela caiu. O palhaço então se aproximou, gargalhando.
- Deixe-me ver esses braços.
Com suas unhas, ele cortou os dois pulsos da menina.
- Pra você vir mais rápido, amorzinho. Você tem uma missão, merece vir pra cá.
Ao ver aquele sangue escorrendo, ela gritou. E fazendo isso, acordou.
Respirou aliviada.
Mas então viu o lençol cheio de sangue. Seus pulsos estavam cortados.
Desesperada, chamou os pais. Samira foi levada a um hospital, onde deram pontos em seus pulsos. Os ferimentos foram interpretados como tentativa de suicídio. A assistência social e a polícia interrogaram seus pais, vasculharam a casa, pois ninguém acreditava que um palhaço com pernas de bode a ferira em um pesadelo.
Samira estava decidida a não mais dormir. Não queria mais voltar àquela terra onde as pessoas sofriam, onde via vultos, espíritos que riam e demônios que se divertiam. Tudo eram sorrisos naquele mundo. E os sorrisos só vinham de quem praticava o mal, pois era divertido causar dor. Por isso ela nunca mais riu.
Samira estava mudada. Cansada, mais magra, adepta de remédios com apenas dezoito anos. Não tinha fôlego pra universidade, apesar de muito inteligente.
Certo dia viu o palhaço em sua cozinha. Estava sonhando acordada.
- Vou esfaquear seus pais – ele disse, passeando em volta do fogão – e vai ser divertido. Você tem problemas, vão colocar a culpa em você. Vai ser divertido, não vai?
Samira chorou. Subiu para o banheiro, abriu o armário de remédios e engoliu três potes de pílula. Fechou os olhos na banheira e nunca mais acordou.
Seus pais pensaram que a filha depressiva finalmente fora bem sucedida em sua tentativa de suicídio e se culparam. Mas concordaram que ela finalmente estava em paz.
Ledo engano.
Estou no mundo dos pesadelos agora, com medo. Trancado em um quarto, com alguma criatura estranha arranhando a porta na tentativa de entrar. Tenho medo. O palhaço diz que mereço estar aqui, pois vim para escrever o que vejo da minha janela.
E da minha janela vejo espíritos que brincam. Vejo mortos que andam; alguns até conhecidos meus. E vejo Samira. Ela veio me contar sua história há alguns dias agora que vaga pela terra dos pesadelos. Era bonita da primeira vez que a vi, mas depois me apareceu careca e nua pedindo que eu a ajudasse. Não podia fazer nada; expliquei que eu aparecia ali apenas quando dormia e não conseguia sair do quarto.
Alguns dias depois eu a vi sem seus olhos.
- Eu quero ver – ela gritava em pânico – preciso da luz, da luz...
Logo depois ela me apareceu novamente com a boca costurada num insano sorriso eterno. Nunca mais falou.
Mas isso faz muito tempo.
Hoje ela anda por aí, de qualquer jeito, acompanhando crianças que por alguma razão vão parar nessa terra e confiam nela como um guia. As crianças não sabem, mas confiam nela por que ela já esteve em seus lugares um dia. Mas duvido que hoje Samira se lembre de quem foi. Pra mim ela já esqueceu e se acostumou a ser mais uma criatura dessa terra terrível.
Eu quero ir embora.
Não mereço estar aqui descrevendo toda essa dor.
Só posso dar um conselho... Não durma!
Toc... Toc... Toc... Por que ele sempre tem que aparecer quando fecho os olhos?
Samira sempre teve pesadelos. Sempre. Moradora de Israel, ela achava que as guerras freqüentes em seu país fossem a razão deles. Porém, aos catorze anos, ela se mudou para Londres. E foi então que os pesadelos começaram a ficar piores. Toda noite, assim que fechava os olhos, uma criatura lhe aparecia em sua cabeça. Era de forma humana, mas completamente careca, não tinha olhos e sua boca estava costurada em um pavoroso sorriso. Era o seu guia; um dos muitos daquele lugar. E por incrível que pareça, era quem lhe fazia se sentir segura quando caminhava pela terra assustadora dos pesadelos.
A terra era cheia de gritos, horrores e ranger de dentes. Demônios sorriam enquanto espancavam pessoas. Havia cidades, como as nossas, destruídas, onde havia gente ferida correndo e implorando por suas vidas. E pior de tudo, havia o palhaço que dançava e parecia ser o único a se divertir de verdade naquela terra.
Era um palhaço incomum, é verdade. Tinha pernas de bode e a cara pintada como os palhaços.
- Eles vêm pra cá, por que merecem estar aqui – dizia ele à Samira – Mas você não merece estar aqui. Não quer vir pra cá, então não durma!
Samira sempre acordava em prantos. Freqüentou os melhores psicólogos, participou das melhores terapias, mas nada a impedia de ver seu guia e o palhaço quando dormia. Aquilo a apavorava e causou seus problemas de relacionamento. Era uma pessoa tristonha, que quase não se comunicava e estava sempre na companhia de remédios que a mantivesse acordada. Não valiam muito.
Certa noite dormiu e voltou a seguir seu guia.
- Por que sempre está rindo, se não é feliz? – perguntou ela.
O guia virou sua cara sem olhos para ela, mas nada falou. Era impossível para ele falar. Voltaram a andar no meio do caos, mas, poucos minutos depois, o guia desapareceu.
- Cadê você?
Novamente, não houve resposta. Ela começou a andar, chorando, pois tinha medo. Muito medo. Queria acordar, dizia a si mesma que era apenas um sonho, mas não conseguia acordar.
Ouviu passos. Toc, toc, toc, no asfalto da rua por onde andava. Cascos. Logo o palhaço com pernas de bode apareceu. E ria.
- Boa notícia – disse ele – Você merece vir pra cá. Vou te levar pra um passeio comigo pela minha terra.
Mas Samira correu. Seus cabelos negros e lisos voavam na noite enquanto o toc toc dos cascos a seguia. E ele assobiava, e ria, e chamava seu nome. Até que, cansada, ela caiu. O palhaço então se aproximou, gargalhando.
- Deixe-me ver esses braços.
Com suas unhas, ele cortou os dois pulsos da menina.
- Pra você vir mais rápido, amorzinho. Você tem uma missão, merece vir pra cá.
Ao ver aquele sangue escorrendo, ela gritou. E fazendo isso, acordou.
Respirou aliviada.
Mas então viu o lençol cheio de sangue. Seus pulsos estavam cortados.
Desesperada, chamou os pais. Samira foi levada a um hospital, onde deram pontos em seus pulsos. Os ferimentos foram interpretados como tentativa de suicídio. A assistência social e a polícia interrogaram seus pais, vasculharam a casa, pois ninguém acreditava que um palhaço com pernas de bode a ferira em um pesadelo.
Samira estava decidida a não mais dormir. Não queria mais voltar àquela terra onde as pessoas sofriam, onde via vultos, espíritos que riam e demônios que se divertiam. Tudo eram sorrisos naquele mundo. E os sorrisos só vinham de quem praticava o mal, pois era divertido causar dor. Por isso ela nunca mais riu.
Samira estava mudada. Cansada, mais magra, adepta de remédios com apenas dezoito anos. Não tinha fôlego pra universidade, apesar de muito inteligente.
Certo dia viu o palhaço em sua cozinha. Estava sonhando acordada.
- Vou esfaquear seus pais – ele disse, passeando em volta do fogão – e vai ser divertido. Você tem problemas, vão colocar a culpa em você. Vai ser divertido, não vai?
Samira chorou. Subiu para o banheiro, abriu o armário de remédios e engoliu três potes de pílula. Fechou os olhos na banheira e nunca mais acordou.
Seus pais pensaram que a filha depressiva finalmente fora bem sucedida em sua tentativa de suicídio e se culparam. Mas concordaram que ela finalmente estava em paz.
Ledo engano.
Estou no mundo dos pesadelos agora, com medo. Trancado em um quarto, com alguma criatura estranha arranhando a porta na tentativa de entrar. Tenho medo. O palhaço diz que mereço estar aqui, pois vim para escrever o que vejo da minha janela.
E da minha janela vejo espíritos que brincam. Vejo mortos que andam; alguns até conhecidos meus. E vejo Samira. Ela veio me contar sua história há alguns dias agora que vaga pela terra dos pesadelos. Era bonita da primeira vez que a vi, mas depois me apareceu careca e nua pedindo que eu a ajudasse. Não podia fazer nada; expliquei que eu aparecia ali apenas quando dormia e não conseguia sair do quarto.
Alguns dias depois eu a vi sem seus olhos.
- Eu quero ver – ela gritava em pânico – preciso da luz, da luz...
Logo depois ela me apareceu novamente com a boca costurada num insano sorriso eterno. Nunca mais falou.
Mas isso faz muito tempo.
Hoje ela anda por aí, de qualquer jeito, acompanhando crianças que por alguma razão vão parar nessa terra e confiam nela como um guia. As crianças não sabem, mas confiam nela por que ela já esteve em seus lugares um dia. Mas duvido que hoje Samira se lembre de quem foi. Pra mim ela já esqueceu e se acostumou a ser mais uma criatura dessa terra terrível.
Eu quero ir embora.
Não mereço estar aqui descrevendo toda essa dor.
Só posso dar um conselho... Não durma!
Toc... Toc... Toc... Por que ele sempre tem que aparecer quando fecho os olhos?
Mais uma histórinha entre tantas outras o.O
12 de junho de 1429
Boa Tarde.
Meu nome é Peter Sulivan. Este é o primeiro dia que escrevo em vossas paginas, também o primeiro integrante de minha família a usalo. Gostaria de me apresentar a vossa senhoria:
Sou um rapaz com olhos castanhos, pele clara e cabelos de um mel escuro. Sou de família pobre, mas muito trabalhadora, tenho três irmãos chamados Luca, Stefan e Claire. Meus pais são Jardelino e Philipina.
Bom, hoje é meu aniversario, e eu ganhei esse diário, pois meus pais pensão que será mais fácil eu passar por tal parte de minha vida.
Hoje estou completando 18 anos.
Hoje é um dia interessante, estou entrando na obscuridade da vida adulta. Não que a data em si signifique algo espetacular ou represente alguma ruptura com minha vida pregressa. O que me parece certo é que o sol continuará a nascer como sempre pelos próximos dias. Sou mais adepto das permanências, e dificilmente noto uma mudança quando ela ocorre, vou levar algum tempo para entender este novo momento. Não estou muito assustado comparado à relutância que tive em aceitar meus dezessete anos. O sentimento que me acompanha é o de felicidade, inclusive pelas palavras amigas que recebi e evidentemente agradeço a todos. O tempo hoje está chuvoso, gosto disto. Esse clima me convida a recolher-me ainda mais satisfeito em meu quarto, por saber que, se por um lado é o meu lugar preferido no mundo todo, por outro, com o tempo assim não há outras opções mais interessantes para se fazer, melhor é fechar-se, embora este dia me lembre de que as responsabilidades não são mais as mesmas, convidando-me a uma abertura cada vez maior. Quero elevar-me, sem dúvida, mas sem esquecer-me do aviso daquele autor que escrevera que:
´´Quem deseja isto continuamente deve esperar pela vertigem e que quem cai diz: ‘levante-me’. Quem levarei comigo?``
Neste dia, o mais ambíguo de meus amigos é o silêncio; principalmente o do mundo, deste que me olha indiferente, com ares de desafio, como se eu tivesse que anha-lo. Não sei o que lhe responder, nem sei se me pergunta algo. As perguntas e respostas têm ficado cada vez mais intrincadas e tudo que sei me parece insuficiente. Eu posso querer parar, tenho o direito de ter medo, e até vivificar as mais insólitas nostalgias, e acreditar que os tempos antigos possuem a mesma inspiração e significado. O eterno retorno é uma idéia atraente, mas a singularidade da vida humana é maior, e é no fluir que eu devo estar atento. Muitas histórias ainda me esperam e a vida segue, nem boa nem má.
Gostaria de compartilhar uma de minhas citações preferidas para a época que estou passando:
“… Algumas coisas serão atiradas em ti, algumas coisas acontecerão. Não é coisa delicada viver. A uma longa viagem vieste, e é necessário que escorregues e que tropeces e que caias e que te canses e que exclames: “Ó Morte”!”, isto é, é necessário que mintas. Num lugar deixarás para trás um companheiro; noutro sepultarás um; noutro ainda terás medo; deste modo, por entre ferimentos, é necessário atravessar esta difícil viagem. Deseja alguém morrer? Que seu espírito esteja preparado contra todas as coisas; que saiba por si mesmo que chegou onde estronda o trovão.” (Carta de Sêneca a Luc ílio, CVII).
14 de junho de 1429
Bom Dia.
Parei de escrever em tuas sabias paginas por uns dias, porem não por ter te esquecido, mas por não ter conseguido tempo antes.
Como citei dias antes, venho de família pobre, e então ajudo minha família trabalhando. Sou caçador, juntamente com meu pai.
Gostaria de escrever mais em tuas paginas, mas terei que partir, pois com os 18 anos, a responsabilidade chega, e eu deverei ajudar no próximo combate. Teremos logo uma guerra por terras, e tenho que admitir, estou com medo.
“MEDO”. Há certo tempo eu nem sabia direito o que significava essa palavra.
Um dia perguntei ao meu pai o que era o medo, ele, já com sua certa idade, era hábil com suas palavras, e se tornaria um dia um grande monge. Foi mais ou menos essa a sua explicação:
“O medo é o maior inimigo do homem. O medo está por trás do fracasso, da doença e das relações humanas desagradáveis. Milhões de pessoas têm medo do passado, do futuro, da velhice, da loucura e da morte. O medo é um pensamento em sua mente e você tem medo dos seus próprios pensamentos.”
“Lembro-me ainda de tu quando menino, que ficou paralisado pelo medo quando sua mãe lhes disse que havia um homem mau debaixo de sua cama e que ele te pegaria se não fosse um bom menino. Quando eu acendi a luz e mostrei-lhe que não havia ninguém, te libertei do medo. O medo na sua mente foi tão real como se houvesse de fato um homem debaixo de sua cama. Curou-se de um pensamento falso em sua mente. A coisa que temia, na verdade, não existia. Da mesma forma, a maioria dos seus medos não tem base na realidade.”
O senhor meu pai ainda ressaltou:
“Ralph Waldo Elerson, filósofo e poeta, disse: Faça aquilo que você receia e a morte do medo será certa”.
“Quando você afirma positivamente que vai dominar seus receios e chega a uma decisão definitiva em sua mente consciente, liberta o poder do subconsciente, que flui em resposta à natureza do seu pensamento.”
“Você nasceu apenas com dois medos: o medo de cair e o medo do barulho. Todos os seus outros medos são adquiridos perante sua vida. Livre-se deles.”
“Dedique sua atenção e devote-se, imediatamente, ao seu desejo, que é o oposto do seu medo. Este é o amor que expulsa o medo. Enfrente seus temores, traga-os à luz da razão. Aprenda a sorrir dos seus temores. Esse é o melhor remédio.”
Após me lembrar dos ensinamentos de meu pai, decidi que tinha que partir. Tenho que ir agora. Devo ajudar a proteger nossas terras, fazendo que as palavras de meu pai não fiquem esquecidas juntamente com o passado, tenho que realizar tais palavras primeiras, e depois terei que passá-los aos meus filhos e netos. Até o meu amigo mais próximo.
22 de setembro de 1429
Olá vossa senhoria!
Desculpe por ter demorado tanto a voltar lhe escrever, mas pretendo lhe contar todos os detalhes, e posso até lhe prometer que foi a melhor e a pior decisão que eu tomei perante tantos anos de angústia e solidão causados pelas guerras.
No dia em que saio daqui, eu e meu pai fomos direto para a guerra. Foram dias difíceis, onde a comida e o descanso eram quase zero. Tudo começou há um dia. Lá estávamos eu e meu pai a caçar algo para comer, enquanto a guerra nos dava uma trégua. Era como um dia normal aqui no vilarejo, ao menos de manhã.
Eu vi um pequeno javali a poucos metros de mim, tentei avisar meu pai que estava não mais de 40 metros de mim, mas se eu fiz barulho, pelo menor que fosses, poderia assustar o animal. Tanto que eu já estava fadigado, não gostaria que nem por um segundo apenas aquele javali tivesses uma sequer vantagem. Então me abaixei atrás de uma árvore, reparei ainda em sua beleza, pois em terras amigas eu e meu grande amigo silêncio compartilhamos os mais belos dos momentos vividos em épocas tão ambíguas, tai como o cair das folhas que amarelas estão ao envelhecer. E quando eu podia me sentar aos seus pés e comer de seu fruto, tomar de sua seiva, e aproveitar de sua sombra e da leve brisa em sua copa. Eu sempre admirei as árvores, mas aquele não era o momento certo pra pensar nisso. Tinha-me de que concentrar.
Mirei no animal. Estava quase por atacar, mas de longe ouvi passos. Meu pai que agora havia percebido a presença do javali, também olhava pelos lados pra ver da onde vinha tal barulho.
Percebi que os passos estavam mais velozes, e o que fosse estava se aproximando de nós. Ouvia se o barulho de cascalhos quebrando aos seres pisoteados ecoar em toda a face da imensidão da floresta, juntamente com o som das copas das árvores balançando com certa velocidade que já estava a me assustar. Lembrei-me de dias atrás quando lhe faleis sobre o medo, e posicionei-me para lutar, pois poderia mesmo ser um de nossos inimigos.
Alguns minutos se passaram e nada mais do barulho, o senhor meu pai ao olhar para o céu, se assustou. Já era hora de se recolher. Ele tanto eu sabíamos que alguém já teria dado por nossa falta no acampamento. Não sabíamos o que fazer, pois se voltássemos ao acampamento há essa hora seriamos castigados por nossos donos, podendo assim ser até mortos.
Com uma tempestade a caminho, nós apressamos os passos para poder achar algum lugar onde se proteger da chuva e dos ventos.
Havia quase ma hora que estávamos caminhando e nada de achar um lugar pra se proteger.
Passaram mais alguns minutos, e a tempestade estava tão forte que estava nos carregando, o céu estava tão escuro que a floresta tão iluminada de dia, parecia um breu, e um breu sombrio.
Avistamos de relance uma pequena abertura ente as rochas de um paredão. Entrei por primeiro, depois veio meu pai.
Sentia-me tão cansado e com tanta fome, que decidi dormir logo para me recuperar.
Ajeitei-me sobre cascalhos secos e pedaços de grama pra poder me esquentar, apesar de não ter dado muito certo. Logo em seguida já tinha entrado em sono profundo
Mais ou menos as 03:00 horas da madrugada, acordei-me com o soar de um choro. Com a luz da pouca brasa que sobrara da noite anterior pude avistar meu pai que ainda dormira.
Levantei-me com pressa para ver da onde vinham tais ruídos, e com um pedaço de palha sobre minha mão, fui vasculhar a caverna.
A cada passo que eu dava ouvia o barulho ia se dissipando no ar. Passei por pedras e poças, até chegar a uma fissura. Passei por ela. Eu estava cada vez mais concentrado em achar a coisa ou animal que fazia o barulho, ao encontrar um pequeno pedaço de ferro contorcido, peguei-o lembrando-me que poderia ser um animal da floresta ou até um inimigo.
Ao dar uns últimos passos senti algo bater em minhas costas depois não ouvi mais nada.
Alguma coisa tinha me acertado.
Já era de dia quando fui me levantar, assustado sem saber o que poderia ter acontecido, levantei-me do chão e fui procurar meu pai.
Cheguei onde estava acampado na noite anterior, mas não o encontrei La.
Decidi que deveria sair da caverna o mais cedo possível, juntei nossas coisas e fui pra fora da caverna. Eu sabia que meu pai deveria ter conseguido escapar daquela coisa.
Mas levei o maior susto ao velo a margem de um rio.
Não por estar lá, mais por estar com uma mulher.
Reparei em suas vestimentas,e me surpreendi, confesso. A primeira peça, uma camisa de mangas longas, a chemise. Que ia até os tornozelos. Era feita de tecido de lã. Era adornado e seus chemises, havia bordados com fios de ouro. Por cima do chemise, usava um colete acolchoado e justo ao corpo, que comprimia a silhueta; chamado de garde-corps. Então se vestia a vasqueia, que é o vestido propriamente dito, longo e evasê. Por cima da vasqueia ia à sobreveste, que abrilhantava o traje: um casaquinho com mangas, liso, longo, com fendas laterais, de uma só cor.
Os cabelos deveriam ser sempre longos quando se é virgem, e aquela mulher possui isso.
As luvas eram geralmente bordadas pelas mulheres ricas. A confecção de luvas é considerada um segredo e guardada a sete chaves por um seleto grupo de artesãos que sabia confeccioná-los com perfeição.
A mulher vestia-se com um vestido que um dia pareceu ter sido usado por uma senhora da nobreza. Mas pelo que vi na pessoa que o vestia, só poderia ser roubado.
Levantei meu pequeno pedaço de ferro que havia encontrado dia antes, e ameacei tocá-lo na senhorita. Apesar de eu ter ficado surpreso, ao olhar pra meu pai, percebi que ela não oferecia perigo, mas do mesmo decidi continuar com o ferro em mãos.
- Senhor meu pai, quem é esta senhorita que vos acompanha em tão solitário bosque após a guerra?
- Meu filho, esta é Joana D’arc.
- Mas meu pai, ela não faz parte da tropa inimiga? Ela deve ter sido mandada como uma espiã, e pode armar contra nós! Quem sabe o que ela esta por fazer!
- Cale-se filho.
- Mas pai!
Ao olhar meu pai, percebi pela primeira vez o que estava acontecendo. Dias antes ele me disse que “No amor e na guerra vale tudo, menos desejar o mal do próximo”. Eu pensei: Será que ele esta protegendo tal senhorita?
- Se a senhora me permites, gostaria de saber o porquê de você participar de guerras? Isso não é algo que uma mulher tenha conhecimento. Você deveria ficar em sua moradia, aqui uma mulher deve apenas atrapalhar a concentração de homens guerrilheiros.
- Menino. Espero que você não queira ser um monge, pois com seu pensamento sobre mim, percebo que és muito machista.
- O que? Mas é o que sempre aprendi!
- Os monges estão aqui para serem diferentes. Eles existem para por suas próprias opiniões em pratica. E um garoto com você me parece ter uma opinião formada. Deverás aprender o que acreditar, deverás criar seu próprio pensamento. Ser idealista. Ser diferente. Pois só são verdadeiros os pensamentos que não entendem a si mesmos.
O pensamento é uma arte na qual não se pode estragar nem jogar fora. As obras de arte são copias do vivente empírico, na medida em que a este fornecem o que lhes é recusado no exterior e assim libertam daquilo para que as orienta a experiência externa coisificante.
Ela se levantou, caminhou até o córrego de um rio que alguns anos atrás poderia até fazer parte de um mapa, mas que agora a água corria a tão lento passo que se olhares para dentro enxergarias até o mais claro grão de areia.
Entrei na caverna, já estava fazendo frio. Perguntei a meu pai até quando a moça permaneceria conosco, e quando iríamos embora, mas tudo que ele me respondeu foi:
- O silencio fala por si só. Ouça ele e terá suas respostas.
Para não incomodar meu pai, fui dormir.
Sonhei acho eu que a noite toda. Mas não foi um sonho no qual me agradava. Sonhei com Joana.
Não tenho certeza do que eu vi no sonho, mas não gostei do que pude perceber nele.
Sinto atração por ela. Não devia sentir isso. Um monge deve seguir uma vida sozinha e não ser amaldiçoado pela bela essência feminina.
Levantei-me, mas dessa vez eu enxergava o meu pai. Ele estava dormindo ainda. Mas a moça ali não estava.
Joana D'arc? Aonde ela esta? Será que nos traiu? Andei por varias vezes a procura dela, mas nenhuma vez a encontrei. Resolvi então acordar e avisar meu pai, já que ele já esta dormindo mais do que de costume.
Entrei na caverna, ajoelhei-me ao seu lado e o chamei. Embora ele não me respondesse.
Tentei de novo mais nenhuma resposta. Resolvi cutucá-lo e ver se ele acordava, mas nada aconteceu.
Virando o seu corpo de vagar senti leve gelado em minhas mãos. Olhei para elas, e entendi o que teria acontecido.
Sangue! A única coisa que um guerreiro teme. Morto?! Meu pai não poderia estar morto! Cadê aquela vadia! Ela nos traiu! Alguém deve ter vindo aqui de noite e... Matou ele... Mas por que me deixou vivo? .Não havia mais o que fazer se não vingar a alma de meu pai. Fui à procura de Joana. Mas me surpreendi a ver ela tão próxima do rio. Ela não estava ali antes. Preparei-me bem de vagar, já com o metal na mão e uma faca improvisada que estava no bolso de meu pai me aproximei dela. Antes que eu pudesse fazer qualquer contato com ela vi que ao redor dela havia mais sangue. Olhei seu rosto que antes era angelical como o de uma criança, e agora tinha a fúria e o medo de um adulto. Suas roupas que antes já estavam velhas estavam rasgadas em poucas partes, e percebi enormes buracos e rasgos em regiões íntimas. Ela olhou para meu rosto que estava já muito assustado e entendeu que eu já havia visto.
Mas eu me dei conta de uma coisa. Será que meu pai poderia ser tão cruel a ponto de ter abusado de tal jovem? Mil pensamentos vieram a minha cabeça, mas dei tempo ao tempo. Sei que mais tarde ela me explicaria o acontecido. Não a questionei, simplesmente sentei ao seu lado e fiquei ouvindo suas lamentações. Ah, diário querido. Terei que parar de escrever hoje. Tenho que ir dormir. Amanhã será um dia difícil. Talvez o mais difícil de todos. Terei que passar o 1° dia sem meu pai.
23 de setembro de 1429
Olá!
È hoje que tudo acontecera. Hoje voltarei para casa, e enfrentarei a angustia e a dor juntamente com minha família pela ausência de meu pai.
Mas antes de mais explicações terminarei de contar o assunto do dia anterior.
Acordei mais uma vez nesta caverna inútil, mas agora estou sozinho. Meu pai se fora, e Joana D'arc, não entra mais aqui por ter medo de lembrar-se do sofrimento da noite anterior.
Ela me contou hoje logo cedinho o que tinha acontecido.
Ela esclareceu a duvida que eu tive de meu pai ser infiel.
Não, ele não fez nada.
Ela me contou que logo após eu adormecer, certos cavalheiros de aparência bem simples se aproximaram ao redor da caverna. Ela achando que era pessoal mandado para ajuda por seu rei, foi falar com eles.
Mas ao perceber que eles já estavam se aproximando demais de seu corpo, ela gritou para meu pai. Meu pai levantou-se correndo e foi ajudá-la, mas por um segundo de descuido o apunhalaram pelas costas e o mataram.
Logo em seguida abusaram dela. Ela que era conhecida de “a mocinha virgem”.
Eu me indignei com tal história, apesar de meu pai ter morrido de acordo com sua própria lei ”Antes morto em combate com orgulho, que morto por idade sem conquistas”.
Eu sabia agora o que devia fazer. Não iria embora. Irei fazer o que meu pai queria: Garantir a segurança da única mulher em que os homens deviam se espelhar!
Partimos ao anoitecer.
Chegamos no dia seguinte ao vilarejo em que iríamos lutar.
Com a ajuda dos outros cavalheiros arrumamos um cavalo para Joana.
Ela chegaria à frente da marcha e pediria a paz, se não desse certo, eu teria que mandar a marcha para sua formação.
Chegou então a hora de eu partir meu diário. Acho que não irei voltar dessa batalha, mas quem sabe.
Uma ultima coisa:
Se sua senhoria que esta lendo perceber que não há mais páginas, é por que não consegui sair da batalha vivo.
Então quero que faças um favor pra mim, se nada mais estiver escrito aqui nos próximos dias, entregue esse meu relato dos últimos dias a minha família.
Caso contrario, continue a ler.
Adeus.
Estou partindo agora.
Bárbara Gottardo amador
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